Mostra que a UE já passou a estar atenta à economia e aos seus abusos. Se tal atenção tivesse sido dada ao mau funcionamento do sistema financeiro, poderia ter sido evitada a crise. É forçoso que haja uma fiscalização eficiente de todas as actividades que afectem os consumidores e os contribuintes, para evitar abusos de todo e qualquer poder - político, económico, financeiro ou outro - e exigir responsabilidades pessoais aos prevaricadores. Não basta sancionar empresas e instituições, mas é imperioso ir ao bolso dos prevaricadores responsáveis para que deixe de haver actos imorais e impróprios de uma sociedade evoluída e pacífica.
Penalizações aplicadas aos que abusaram do seu cargo, ou prestaram menos dedicação ao desempenho das suas tarefas, constituirão um factor de dissuasão e uma garantia de que o sistema, que a todos afecta, passará a funcionar de forma mais consentânea, com uma vida social mais pacífica e produtiva para felicidade de todos e maior justiça social.
Esperemos que não seja um caso isolado e que o futuro seja mais justo e digno.
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