
O promissor estudante revela o segredo de ter sido bem-sucedido, o qual talvez resida no "trabalho contínuo e na capacidade de raciocínio", sendo com estas alavancas que planeia continuar a fazer mexer o seu futuro.
Conta: "Quando era pequeno ajudava o meu pai e já via física no acto de mover uma pedra, usar uma alavanca, uma roldana... em todo o lado. Também gostava de desmontar electrodomésticos e outros aparelhos para saber como funcionavam ou tentar consertar". Por vezes, confessa, "sobrava um ou dois parafusos", mas nada que o desmotivasse.
Enfim, trata-se de mais um jovem português que se distingue e que junto à lista dos que aqui têm sido enfatizados. Não devemos limitarmo-nos a críticas negativas, pois Portugal dispõe de potencialidades que, se forem devidamente encorajadas e apoiadas, poderão fazer desenvolver o País e tirá-lo do marasmo em que temos vivido por os governos terem sido constituídos por gente que está muito afastada da escala de valores que norteia este escol de jovens promissores.
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