sábado, 23 de agosto de 2014

IDANHA-A-NOVA TEM UMA BOA AUTARQUIA


IDANHA-A-NOVA TEM UM BOM PRESIDENTE. Na sequência de textos recentes sobre sinais de alterações sociais no sentido de AVANÇAR PARA UMA SOCIEDADE MAIS DEDICADA À QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS, em que a educação deverá ser o ponto de partida, é com prazer que se depara hoje com a notícia de que a «Câmara de Idanha-a-Nova investiu 410 mil euros no apoio à educação em 2013/2014»

Se a saúde, a segurança, a justiça são aspectos de relevância, a EDUCAÇÃO deve ser a primeira prioridade, por ser o alicerce, a base da formação das pessoas que constituem a sociedade de amanhã. No atletismo, quando se prepara o salto em cumprimento, há dois cuidados prévios: o ponto de chegada em condições de não causar lesões aos atletas e o ponto de partida, o «ponto da chamada», em que assenta o impulso decisivo para o salto.

O Sr Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, merece ser apontado como exemplo brilhante, porque , pensando nas pessoas, considera que, "numa altura em que as famílias mais precisam de respostas sociais, estes apoios têm como finalidade implementar em Idanha-a-Nova uma oferta de qualidade na área da educação, desde o berçário ao pré-escolar, ensino básico, secundário, profissional e superior".

A João Soares

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

JOVENS PREOCUPADOS COM O SEU FUTURO ?


Ontem ocorreu um «meeting» de cerca de 800 jovens no Centro Comercial Vasco da Gama no Parque das Nações que segundo o director do centro comercial não houve "vandalismo ou furtos" no interior do shopping. Mas houve necessidade de a PSP intervir devido a desentendimentos entre alguns jovens. Um elemento da PSP recordou que há cerca de um mês houve um outro, também no Parque das Nações, em que participaram cerca de mil jovens. Todos os «meets» foram pacíficos e "nunca evoluíram para desacatos".

Sensatamente a polícia pretende "estudar o fenómeno, do ponto de vista sociológico e policial". Realmente, há motivos para os jovens se preocuparem com o seu futuro e quererem assumir a sua responsabilidade de contribuir para construir uma sociedade diferente da herdada das gerações anteriores dominada pelo dinheiro e pela corrupção e exploração que ele gera. Oxalá que as boas intenções da PSP na abordagem do problema seja conseguida ordem, civismo, sem fenómenos anti-sociais próprios das manifestações de massa. É bom que os jovens pensem no seu futuro e se preparem para criar uma nova sociedade, mais justa, solidária, pacífica, isto é, focada na felicidade das pessoas e não dominada pelo dinheiro, nem corrupta e exploradora dos pobres como é a actual.

Se o «estudo sociológico» prometido pela PSP, confirmar este objectivo, convém evitar repressão violenta e não hostilizar. Porque, se houver repressão e violência, então o espírito de luta poderá acirrar-se e ir numa via errada, podendo causar danos pessoais e patrimoniais, que geram divisionismo com ódios, vinganças fraccionadoras, como se vê hoje na partidocracia que nos explora e esmaga com austeridades crescentes para alimentar corruptos e incompetentes que apenas sabem explorar ilimitadamente os mais desfavorecidos. Não pode ser perdido de vista o que aconteceu com BPN, com BES e com a crise que nos tem esmagado com uma austeridade sem fim.

Os jovens, para criarem uma sociedade mais adequada à melhor qualidade de vida das pessoas não precisam de conselhos de velhos, porque, entre si, haverá pensadores realistas e sensatos que saberão ouvir todas as opiniões para, depois, formar a sua estratégia, a qual deve evitar radicalismos e aventuras. Devem evitar deixar-se amordaçar pelos poderes económicos, sociais e políticos actuais, os quais não deixam fazer qualquer alteração por mínima que seja, por recearem que lhes vá cercear o Poder de que usam e abusam.

É agradável descortinar sinais de mudanças sociais orientadas para um futuro melhor das actuais gerações jovens. No movimento sinusoidal da Natureza, da Física, estamos no momento de as civilizações pararem a degradação de que vêm sofrendo e começarem uma fase de progresso na vida dos seres humanos.

A João Soares 22-08-2014
Imagem de arquivo.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

FUTURO COM PAZ E SAÚDE NUM AMBIENTE RESPEITADO


A História Universal evidencia que a vida das sociedades, da Humanidade, obedece à lei da física acerca do movimento sinusoidal, com descidas e subidas alternadas. Há sinais muito significativos de que nos encontramos no início de uma nova fase do ciclo.

Numa visão superficial, um tanto pessimista pode fazer recear que o futuro está muito comprometido, porque o mal está generalizado e a humanidade está em decadência. Já aparecem muitos vídeos a mostrar que os animais «ditos irracionais» agem.quer isoladamente quer em família ou em grupo, com mais racionalidade, solidariedade e humanidade do que os humanos que se arrogam o título de racionais.

A política que devia ser a função mais nobre e mais prestigiada, está considerada como a coisa mais vil e odiada que há na Terra. É um covil onde se encontram inaptos, e que, a cada mudança,, são substituídos por outros mais incapazes, estando em vias de ali irem parar os piores marginais, movidos não pelo amor ao seu País e suas pessoas, mas aos seus interesses pessoais de enriquecimento rápido sem olhar a meios.

Por este ponto de vista parece não haverá saída fácil e que teráde vir um dia em que tudo mudará, certamente com muito perda de sangue, para depois, das cinzas nascer a Fénix.

Porém, surgem sinais de optimismo de mudança inteligente e pacífica que coloca em acção as qualidades civilizadas de poderosos agentes da economia mundial. Quanto à objectividade de um novo ciclo, tenho grandes esperanças, porque, além de estar a ser absolutamente necessário, as pessoas, a Humanidade, precisam de voltar a ser mais respeitadas e ser o principal motivo das acções dos governantes dos países.

Eis alguns sinais positivos A propósito de uma proposta de um grande capitalista mexicano para a compra dos hospitais do GES, ouvi uma senhora economista com dotes de humanista dizer que se aproxima uma era em que o negócio ligado à SAÚDE vai substituir o que hoje se liga ao armamento. Os capitalistas que aumentam as suas fortunas com a morte das pessoas estão a orientar os seus negócios para a defesa da saúde delas. É o que se vê no grupo deste magnata, na reorientação dos seus diversificados negócios.

Outro sinal de reorientação de grandes homens de negócios mundiais é o interesse do grande capital, estar a dar sinais de se voltar do petróleo para o negócio da protecção do AMBIENTE. Este, curiosamente, tem pontos comuns com o caso anterior, pois também irá concorrer para a saúde e a qualidade de vida das pessoas e da Natureza em geral. Estes dois sinais do novo ciclo da Humanidade estando interligados, reforçam a convicção de que as preocupações com a saúde e o ambiente têm lógica, uma racionalidade consistente que poderá ser o estratégia de amanhã.

A elas, deverá juntar-se a PAZ. Para ela, a primeira medida seria acabar com a «não proliferação das armas nucleares» e pôr em prática a sua «eliminação total», o que deve começar pelo exemplo das potências que possuem grandes arsenais mortíferos e, depois, a ONU decretar sanções muito duras sobre o pais que teime em guardar uma, mesmo que muito pouco potente. Há muita coisa a fazer e é importante que a ONU e a NATO usem o seu PODER e obtenham AUTORIDADE, PRESTÍGIO E RESPEITO. E não tenham receio nem hesitação para manter a Humanidade numa nova era histórica de Paz, Saúde e uma Natureza respeitada e propícia à felicidade consciente e ética das pessoas.

A João Soares. 20-08-2014
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

PASSOS COM AS MELHORES INTENÇÕES !!!




Passos Coelho, tem tido o dom de frequentemente «informar» os cidadãos de que tem boas intenções e ainda não deixou essa actividade prazerosa. Das promessas contidas nas intenções de há três anos a esta parte já conhecemos, ou não, os resultados para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Essa constatação permite-nos avaliar quais serão os resultados das intenções agora confessadas, quer no Pontal quer noutros locais e ocasiões. E agora, tal como antes das eleições de 2011, muita esperança ilusória vai ser fomentada nas mentes menos esclarecidas e mais inocentes.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

CASOS DA VIDA REAL


Em relação ao doente, o médico tem dois objectivos. Evitar que o doente morra para não ficar sem o cliente; Evitar que o cliente se cure totalmente, para ele não deixar de aparecer nas consultas com regularidade. Um médico meu amigo e com mais um ano de idade, sendo uma excelente pessoa, nunca deve ter encarado aqueles objectivos.

Por isso, na qualidade de doente, pode não ter tomado a decisão mais correcta. O seu cardiologista vinha insistindo com ele para fazer uma operação cardíaca por sofrer de uma insuficiência numa das válvulas. Observava com atenção todos os relatórios de exames e análises e foi adiando. Por fim, decidiu-se à operação, certamente com receio de ter uma morte repentina, imprevista, embora sem ser precedida de sofrimento.

A operação cirúrgica decorreu bem. Mas, logo nos primeiros exames, foi detectado um AVC ocorrido durante a operação que lhe afectou os movimentos do lado esquerdo e a fala. Poderá recuperar a sua independência e oxalá que o consiga na totalidade, mas dizem ser pouco provável que o resultado vá aos 100%.

Este é um problema em que os idosos devem ponderar: A morte é inevitável e, em casos como este, desejar evitar uma morte rápida e indolor pode ocasionar o prolongamento da vida em situação de sofrimento, de dependência de outros, de dificuldades de contacto e de movimentos, sem verdadeira qualidade de vida. Coloca-se o problema a decidir. Valerá a pena, acima de uma certa idade, correr o risco da lotaria de uma operação cirúrgica, mesmo que ela, por si, possa ter previsão optimista de sucesso total? Claro que depende do tipo de operação, daquilo que possa ocorrer se for realizada ou se não for.


A João Soares
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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

SALGADO TEVE AZAR E MERECE A NOSSA CARIDADE !!!

Os portugueses, estamos na perspectiva de novos sacrifícios, ou na continuação agravada daqueles que temos sofrido durante os últimos três anos, porque está a desenhar-se uma sintonia preocupante para «salvar» Ricardo Salgado. Usa-se conceito igual ao dedicado ao amigo que morreu de cancro nos pulmões, coitado, porque fumava desalmadamente, ou a outro que morreu de cancro no fígado, coitado, porque bebia demasiado whisky.

Além de Portugal e dos portugueses em geral, via danos na economia, também são atingidos os depósitos de ex-gestores e grandes accionistas do BES sem direito ao fundo de garantia, e também os familiares, pois,  nenhum membro da família Espírito Santo está a conseguir levantar dinheiro do BES, mas o ministro Pires de Lima não hesitou em tomar a atitude de caridade semelhante aos casos de cancro atrás referidos, dizendo que "é seguramente uma adversidade o que aconteceu no BES".

E Salgado, o homem honesto e cuidadoso que sempre geriu os negócios com muito rigor, sem projectos que não pudesse cumprir com honra e oportunidade, sem ambições irrealistas. procura merecer as palavras de Pires de Lima ao prometer que “vou lutar pela honra e dignidade, minha e da minha família”.

Curiosamente, parece que a nova equipa do Novo Banco, talvez em discordância com a intenção inicial do BdP concorda com a caridade atrás referida ou foi a isso obrigada por pressões do sistema financeiro nacional ou talvez mundial e assim saiu a notícia Novo Banco pode reembolsar dívida do GES para manter a confiança dos clientes. Em que irá ficar este tiro de pólvora seca? A opacidade do caso e a malha demasiado enredada, com muitos interesses em conflito, não é de bom agouro para os portugueses que são os ternos pagadores dos erros da «elite iluminada».

Entretanto João Semedo, um indivíduo zeloso pelos interesses de Portugal e dos portugueses, estando atento e não querendo comer gato por lebre, ficou com dúvidas como é que Carlos Costa do BdP comunicou uma decisão com dados adquiridos à última hora quando 24 horas antes ela tinha sido anunciada com muito pormenor e perguntou "como soube Marques Mendes 24 horas antes o que ia ser dito?". Com esta dúvida e os movimentos de caridade esboçados, justifica-se o título do artigo BES/GES um caso cada vez mais opaco.

E o que nos leva a fazer esforço para procurar ver através da opacidade é o facto de esta ser cada vez mais espessa, principalmente quando o PSD afirma com ar autoritário que Governo “está fora de suspeita” nas fugas de informação. Estará mesmo? Em que se baseou Pires de Lima quando disse o que ficou atrás e como se justificam as palavras de muito rigor ditas pelo Conselheiro de Estado e comentador considerado «porta-voz» do Governo?

A João Soares. 14-08-2014
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COMPLEXO DE DELINQUÊNCIA OU CLANDESTINIDADE


Os portugueses da actual «elite» parecem sofrer do complexo de delinquência ou clandestinidade. Não é por acaso que Eduardo Oliveira Silva intitula o seu artigo «BES/GES um caso cada vez mais opaco», pois assim se mostra na penumbra a complexidade das negociatas mais ou menos fraudulentas, algumas praticadas em rede na escuridão das vésperas da implosão do caso. Por outro lado os esbirros do poder, perante a clandestinidade e a delinquência dos inimigos da sociedade usam de intrusão na privacidade dos perigosos malfeitores e praticam «fugas de informação» para amedrontar os maus e, ao mesmo tempo, para incitar os amigos a explorarem as possibilidades de negociatas enquanto é possível, como foi o caso que a oposição quer esclarecer de que é exemplo a pergunta «Como soube Marques Mendes o que ia ser dito 24 horas antes?»

Nesta luta dos polícias contra os ladrões aqueles criam habilidades, de cujo preço não se fala, para controlar cada respiração dos potencialmente maus, como os controlos por via electrónica dos transportes de mercadorias, de que as Finanças não referem os benefícios para as pessoas, que é suposto defenderem e protegerem, mas sim o grau de obediência dos supostos praticantes de economia paralela, declarando que «Novo regime dos documentos de transporte supera previsões». Não interessa o benefício mas o êxito da invenção habilidosa. O que ressalta é a submissão de cada gesto com vista à extorsão do máximo de numerário, como se vê nos exageros já denunciados pelos serviços que controlam e penalizam o estacionamento em lugares públicos que, por definição, são de todos nós. Sensatamente o «Provedor de Jiustiça quer acabar com» a fúria obstinada de multar.

O que parece contar mais é a vaidade de o «bom» poder atirar à cara do «mau» eu «quero, posso e mando» e tu tens que rastejar a meus pés, seguindo o meu capricho. Isto será democracia ou ditadura? Talvez seja a segunda hipótese onde se enquadra bem o complexo da clandestinidade, da delinquência e das habilidades de espia e de denúncia e perseguição. Será que não conseguimos sair completamente do regime anterior? Ou será que estamos a regressar a nova modalidade de ditadura, agora mais sofisticada e cruel, com o apoio das modernas tecnologias?

Hoje, 14 de Agosto, aniversário da batalha de Aljubarrota, não devemos deixar de pensar em NUNO ÁLVARES PEREIRA, um dos maiores vultos da nossa história. Antes morrer livre do que em paz sujeito. Mais vale arriscar a vida de forma generosa, dedicada a causas nobres em benefício dos outros, do que viver amarrado por correntes de corruptos egoístas, ambiciosos por riqueza material e vaidades efémeras, que são capazes das acções mais vis para chegar ao cume da notoriedade.

Não podemos deixar de reparar no conflito intestinal, demasiado ruidoso, pela conquista da cadeira do poder dentro de um partido em que acontece que um dos contendores acha que é dono absoluto de uma ideia banal por si proferida e que sente o direito de criticar o outro por também dizer que defende ideia semelhante. Chegámos a isto. Mas, se não houver uma paragem, uma reflexão honesta e uma restauração de valores éticos, de cidadania, podemos correr o risco de ir além do «ponto de não retorno» e ficará em sério perigo o FUTURO DOS NOSSOS NETOS.

A João Soares. 14-08-2014
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terça-feira, 12 de agosto de 2014

É URGENTE COMEÇAR A PREPARAR O FUTURO


A política deve funcionar, como ciência e como arte, com o objectivo de se preocupar em encontrar as melhores soluções  para os problemas que afectam os direitos dos cidadãos à boa qualidade de vida e ao crescimento de PORTUGAL. A Administração Pública de alto nível não pode ser apenas um espectáculo de entretenimento, uma sequência de erros e de débeis tentativas de emendas. Os cidadãos mais esclarecidos não gostam disso e esperam mais eficiência. Os políticos eleitos pelos cidadãos não podem deixar de assumir o compromisso de cumprir as promessas feitas para conquistar o voto e zelar para uma melhor qualidade de vida e felicidade das pessoas e o maior crescimento da economia nacional. Para isso, devem colocar os interesses pessoais e partidários em segunda prioridade, abaixo dos interesses nacionais, isto é, dos legítimos interesses do povo que os elegeu

Se os governantes devem agir com medidas concretas, lógicas, sensatas e ajustadas à estratégia de longo termo decidida a nível nacional, os deputados têm um papel muito importante no controlo e na crítica às acções do Governo, de modo a que estas não caiam no facilitismo ao sabor de caprichos do momento, ou de sonhos irrealistas ou de pressões pouco sérias de donos da finança e da grande empresa. Mesmo os da oposição devem fazer críticas construtivas para Bem do País, com sugestões e propostas ou projectos de medidas praticas com vista a dois resultados: contribuir para um melhor futuro dos portugueses e criar uma imagem de eficiência e competência que facilite ao seu partido ser alternativa de governo nas eleições seguintes. Tudo isso deve ser positivo, construtivo, e não se ficar pela crítica derrotista e arrasadora. Qualquer assunto mesmo que pareça marginal, deve ser encarado com lógica e coerência nas posições tomadas não descurando interacções e efeitos secundários que prejudiquem o efeito desejado.

Não é com má gestão do dinheiro público, nomeadamente do dinheiro da segurança social, que se mostra respeito pelos direitos humanos dos contribuintes, que se defendem as promessas de campanha eleitoral ou que se contribui para a melhor qualidade de vida da população.

Os governantes, devem assumir a democracia de que tanto falam, não se considerarem donos do país e não fazerem desacatos nas costas do povo que obriguem este a suportar os maus resultados dos erros cometidos com a má gestão pública. São tais erros que geram a austeridade, cortes nas pensões e nos salários e aumento das dificuldades nas escolas, nos tribunais, na saúde, nos serviços públicos. Não devem atropelar desumanamente os direitos das pessoas, em vez de melhorar a sua qualidade de vida e fazerem crescer PORTUGAL Acerca da Segurança Social, não devem ser ignoradas as opiniões de duas pessoas notáveis da área do Governo

A opinião geral é que estamos a deslizar numa rampa que nos leva ao abismo e é preciso uma ruptura.no sistema político-social. A má vontade contra idosos, reformados e outros «não activos» ou «não produtivos» fazia crer que se tratava de uma «eutanásia» discreta e progressiva, mas esta redução de jovens, de futuros adultos trabalhadores, dirigentes e cientistas, através da emigração; leva as cogitações mais além. Sem uma geração capaz de gerir o futuro de Portugal, o país ficará nas mãos de imigrantes, talvez jihadistas ou chineses, que destruirão toda a história de grandeza dos Descobrimentos da geração que «deu novos Mundos ao Mundo».

Parece que está a tornar-se urgente uma ruptura que acabe com o actual regime partidário e dê oportunidade a Portugueses que, movidos por valores de humanidade, de cidadania, de responsabilidade para com a memória da nossa história, se desprendam das ambições pessoais e se preocupem prioritariamente com a reconstrução do Portugal de que todos nos possamos orgulhar. Precisamos do Conde de Aviz, do D.João II, do D.Jáo IV, do Marquês de Pombal e de outros em quem poder não teve a morte.

A tendência actual é para o desastre total. Cada líder gosta de se rodear de pessoas que lhe obedeçam sem fazer objecções, e evitam pessoas esclarecidas, moralmente bem formadas que pudessem ajudar a fazer «Mais e Melhor por Portugal». Depois, de entre essas pessoas de baixa condição moral e cultural, sai o líder seguinte que usa o mesmo procedimento e, assim, se caminha para líderes cada vez menos competentes e de menor qualidade. Isto será assim...até que haja uma paragem, uma reflexão esclarecida de que resulte uma reforma na sociedade e se escolham os cidadãos mais capazes.

O sistema financeiro também precisa de muita atenção. Empresas públicas pagam, com o nosso dinheiro,aos bancos mais do dobro do que o total dos salários do seu pessoal. O dinheiro público não é apenas destinado a pagar luxuosamente aos incompetentes do Poder, mas também para enriquecer os detentores do sistema financeiro que, como reles parasitas, esmifram o mais que podem, com o consentimento e o apoio de tais incompetentes. O caso BPN foi esclarecedor, tendo sido vendido por apenas 1,8% do custo já pago pelo Estado e que ainda não parou de aumentar. E, este sumidouro ainda não está bloqueado ao ponto de o Tribunal de Contas alertar que BPN poderá trazer mais custos para o Estado.

A João Soares. 12-08-2014
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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

CONSELHOS MARAVILHOSOS





Não chores pelo que perdeste. Luta pelo que tens.

Não chores pelo que está morto. Luta por aquilo que nasceu em ti.

Não chores por quem te abandonou, Luta por quem está contigo.

Não chores por quem te odeia, Luta por quem te quer.

Não chores pelo teu passado. Luta pelo teu presente

Não chores pelo teu sofrimento. Luta pela tua felicidade.

Com as coisas que nos vão acontecendo, vamos aprendendo que nada é impossível de solucionar, apenas siga adiante.

Por Jorge Mário Bergóglio, Papa Francisco

SISTEMA FINANCEIRO, DINHEIRO, VALORES ÉTICOS

Os problemas que, recentemente, afectaram vários bancos e, agora, tiveram ponto alto com a crise do BES, vão levar as pessoas a olhar de frente para todos os aspectos do sistema financeiro. Muita gente estará implicada e outros bancos terão problemas semelhantes embora com outra dimensão. Uma notícia diz que «o caso BES foi uma "machadada enorme" dada ao mercado de capitais e à confiança dos investidores na informação e no funcionamento do mercado».

Vai-se confirmando o apocalipse esboçado por Paulo Baldaia que poderá estar próximo.

Este país não tem solução enquanto todos os poderes pactuarem com um sistema
-que favorece o enriquecimento ilícito,
-que julga na praça pública por ser incapaz de fazer justiça nos tribunais,
-que despreza a competência e aplaude o amiguismo,
-que se mostra totalmente incapaz de promover a igualdade de oportunidades.
-que recicla os donos disto tudo mas apenas para substituir uns pelos outros.

E, depois disto, você continua a ter confiança no seu banco?
Continua a investir as suas poupanças em acções para ter melhores resultados?
Acha que a felicidade depende do volume da sua fortuna?
Não será o dinheiro a pior droga criada pelo homem quando se usa descontroladamente e com obsessão?
Não será oportuno investir algum tempo, diariamente, na meditação que conduza a rever a escala dos valores éticos, morais, no funcionamento da sociedade?

A João Soares 08-08-2014
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