sexta-feira, 18 de outubro de 2019

A JOTA PODE SER SOLUÇÃO!

A jota pode ser solução?
DIABO nº 2233 de 18-10-2019 pág 16. Por António João Soares

Segundo Pedro Soares Martínez fez constar no seu artigo de O DIABO nº 2230, hoje, nos países latinos, os políticos são provenientes de advogados sem causas, escritores falhados, professores sem amor aos livros, médicos sem clínica, engenheiros sem colocação, etc.

Isto faz-me recordar um texto já com alguns anos que referia a ida da D. Maria José, de uma aldeia próxima, à cidade comprar uma camisa para o neto António Carlos. Foi muito bem recebida pelo dono da loja, já conhecido de longa data, que, no meio dos cumprimentos e da conversa, lhe perguntou como o rapaz ia nos estudos. A avó despejou a sua mágoa por ele não gostar de dedicar muito tempo aos livros e preferir as brincadeiras com outros rapazes, o que, segundo ela, lhe tornava difícil realizar os objectivos que a família esperava dele, desejando que viesse a ser doutor, satisfazendo a vaidade dele e da família e permitindo uma vida desafogada, sem dificuldades nem problemas financeiros.

Os desabafos da avó mostravam grandes preocupações familiares e comoveram o dono da camisaria, Manuel Afonso, que tentava sossegar o ânimo da cliente, dizendo-lhe que esta juventude de agora é diferente daquilo que foram os seus pais, etc. E, a dada altura da conversa, sugeriu a solução adoptada por um cliente ali vizinho que falou com o líder local de partido bem cotado para convencer o seu filho, também avesso aos estudos, a inscrever-se na juventude a fim de procurar sucesso na vida que suprisse a falta de jeito e de vontade para estudar. O rapaz entusiasmou-se e, com a vaidade a crescer, dedicou-se à realização das tarefas que lhe eram dadas, foi trabalhar para a Câmara, alimentou a esperança de vir a ser vereador, movido pela vaidade e ambição e, influenciado pelos mais idosos, continuou a estudar e a querer fazer figura, e lá se ia esforçando um pouco.

Mas a Maria José continuava presa aos objectivos que esperava ver atingidos pelo neto, repetia que a família desejava que ele viesse a ser doutor, mas o Manuel Afonso respondia que ele podia vir a ser deputado, podia fazer uns favores a uma universidade que, em troca, lhe poderia dar um diploma; e citava um primeiro-ministro a quem, pouco tempo antes, uma universidade tinha mandado entregar, num Domingo, o diploma de licenciatura e referiu outros casos com aspectos semelhantes. Além disso, ele vai aprendendo as habilidades e as manhas dos políticos e, com facilidade, se torna rico e até milionário sem suar nem fazer calos, causando inveja aos actuais companheiros da escola que matam a cabeça para obter boas notas, mas sem aprenderem a maneira de arranjar fortuna.

De entre as habilidades citou o domínio da Comunicação Social, para manter a população de cérebro lavado e vazio, a preocupar-se com ninharias e afastada dos problemas essenciais que devem ser desviados das conversas para não colocarem em más condições as posições dos políticos, por estes não serem capazes de encontrar soluções para o que realmente interessa à população. Por isso evitam que esta vá alem do futebol e crie problemas aos governantes.

Essa lavagem de cérebro tem agora uma artista, a Greta, que à margem da ciência agride verbalmente pessoas com responsabilidade, com fantasias sem o mínimo de saber científico mas que cala a boca de gente a quem falta saber e discernimento para distinguir o que é científico daquilo que não passa de fantasias. E há muito dinheiro por detrás de tais palhaçadas que permitem lucros compensadores em negócios para lutar contra fantasmas que o povo leva a sério.

Veja-se o discurso que Vladimir Putin leu, em ambiente solene, a alertar os governantes ocidentais que desprezam a sensatez e a racionalidade. ■

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

A HUMANIDADE NÃO DESISTE DA VIOLÊNCIA!

A Humanidade não desiste da violência?
DIABO 2232 de 11-1º-2019.Por António João Soares Coronel

Infelizmente, o ser humano, apesar do desenvolvimento e dos apelos religiosos durante muitos séculos, continua apegado a ambições, vaidades, violências que o tornam mais irracional do que os animais a que os nossos antepassados aplicaram tal adjectivo.

Há dias, vi um vídeo que mostrava uma arena ocupada por uma espécie de formatura militar de jovens espaçados de cerca de 3 metros entre si. Abriram-se as portas do curro e saltou para fora um touro, com ar agressivo, mas que ficou espantado por ver aquela gente completamente imóvel, sem representar qualquer perigo para ele que se passeou em várias direcções entre eles com serenidade e completamente à vontade. Nisto, vê mexer lá ao fundo uma capa e correu para ela, tendo parado quando ela se imobilizou e deixou de ser ameaça à sua segurança, e continuou o seu passeio.

O Google tem divulgado várias imagens que evidenciam a solidariedade e amizade entre vários animais sem problemas de raça, tamanho ou cor, quando não têm motivo para recear pela sua segurança e vida. Mas os seres humanos são, muitas vezes, ambiciosos, ostensivamente vaidosos o que pode levá-los a falsos medos, a ódios, a raivas e a desejos de vingança que podem levar a violências impensáveis. Aparecem notícias chocantes, mesmo de familiares que se assassinam.

E o que se passa em pessoas, em famílias, em grupos de fãs clubistas, passa-se também nos mais altos níveis dos poderes políticos internacionais. As guerras não acontecem por acaso. As indústrias de armamento defendem o seu negócio e procuram, pelas mais variadas formas e pretextos, vender material letal a diversos Estados e a grupos terroristas (muitas vezes apoiados por rivais dos alvos que escolhem). Têm sido frequentes, na Comunicação Social, notícias sobre actos de violência em África e, principalmente, no Médio Oriente e Ásia. Tenho presente o assunto do ataque de ‘drones’ no dia 13 de Setembro contra duas instalações petrolíferas sauditas, reivindicado por rebeldes iemenitas Huthis e que deu origem a acusação ao Irão de ser o mandante de tal acção violenta que obriga a Arábia Saudita, o maior exportador mundial de petróleo, a reduzir temporariamente a sua produção para metade, com grande aumento de preço aos consumidores.

Tal acusação assenta em factores como a ambição iraniana de restaurar o antigo Império Persa de Dario que tem dado origem a variadas acções na região do Golfo Pérsico, retenção de petroleiros no Estreito de Ormuz e nas intervenções no Iraque, na Síria e no Iémen e à intenção de criação de armas nucleares, objecto do acordo de Junho de 2006 com o grupo P5+1 e cujo incumprimento tem dado lugar a retaliações comerciais por parte dos EUA.

Esta situação de persistente intenção de violência é confirmada por indícios vindos a público com frequência, como a acusação recente de Israel de que o Irão tem ocultado “uma instalação secreta” onde desenvolve testes com armas nucleares.

Sobre a eliminação da violência extrema, o Conselho de Segurança da ONU decidiu a desnuclearização mundial que serviu de pretexto para os EUA negociarem com a Coreia do Norte a paragem das investigações e intenções de criar armas nucleares, mas tal decisão do CS está eivada de prepotência e arrogância dos seus membros permanentes que impõem ao mundo aquilo que consideram ser seu próprio direito. Como tal decisão, tendo uma intenção louvável não devia admitir excepções, aqueles cinco Estados deviam decidir-se a dar o exemplo, desmontando as suas armas, por forma visível, perante um grupo internacional de observadores isentos, a fim de o mundo não ter dúvidas. E, a partir daí, um Estado que infringisse a determinação seria adequadamente castigado.

Com atitudes deste género iniciar-se- -ia uma nova era de diálogo e negociação para resolver qualquer pequeno conflito de interesses, entre pessoas verdadeiramente racionais e solidárias, sem recurso a violência inocentes. ■

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E AMBIENTE

Alterações climáticas e Ambiente
DIABO nº 2231 de 04-10-2019, pág 16 por António João Soares

Ultimamente, têm sido ditas muitas coisas como sendo úteis para evitar alterações climáticas mas, segundo opiniões de pessoas com formação sobre o tema, essas opiniões pretensiosas de nada valem para alterar aquilo que a Natureza já está a fazer. Porém, na generalidade, as iniciativas aconselhadas são benéficas para melhorar a qualidade do ambiente, beneficiando as nossas vidas com melhor saúde, comodidade e agrado.

Será bom que as pessoas com responsabilidades no País e no exterior sejam mais prudentes e deixem de citar as alterações climáticas quando se devem limitar a referir os cuidados para a defesa do ambiente. Quanto ao clima, nada de muito significativo se pode fazer a não ser as medidas referidas mais abaixo, saídas de mentes bem formadas e intencionadas.

E não se deve esquecer que, para resolver problemas essenciais, não bastam palavras mesmo que sejam bem intencionadas, como aconteceu no caso da “criação de uma estratégia nacional integrada de redução de plásticos” que, devido a falta de informação, foi impedida de início, sem modos de reduzir a vulnerabilidade do país à tal poluição. Na ausência de informações sobre os impactos ecológicos, sociais, económicos e para a saúde da poluição por plástico, não só se impede uma estratégia de redução como a determinação de um investimento de gestão dos resíduos. Aos agentes económicos, às autoridades em geral e ao povo consumidor deve ser oferecido conhecimento e sensibilidade para contribuírem para a resolução do problema com eficácia. É pena os nossos governantes não terem a noção de que a legislação não vale apenas por estar no papel, pois precisa de ser compreendida e assumida por aqueles a quem se destina.

Porém, a temida alteração climática já está em curso com vários aspectos visíveis que aconselham adaptações adequadas nos nossos comportamentos pessoais e de algumas actividades económicas, por forma a que as nossas vidas e a ligação com a fauna e a flora não sejam demasiado lesadas pelas alterações que nos são impostas. Neste aspecto, já há trabalhos de técnicos agrários e agrónomos, muito conscientes e atentos ao problema, que se afastam das palavras falaciosas de “jovens sábios” desprovidos de sentido prático e de conhecimentos científicos, e estão a experimentar soluções para fazer face às novas alterações climáticas em zonas mais sensíveis e onde já se sente o aumento da temperatura e os sinais de escassez de água.

A posição positiva e bem fundamentada de técnicos agrários vem, concretamente, contrariar certas intenções infantis de querer contrariar a força da Natureza que pode ser semelhante a muitas outras ocorridas na longa vida do nosso Planeta. A Natureza não se subordina aos habitantes, como aconteceu quando criou o Oceano Atlântico, cortando o continente africano, ou quando prepara novo corte, também em sentido próximo dos meridianos, na parte Leste do mesmo continente. O homem não tem poder para evitar as alterações climáticas, por mais teatro que faça, com a Greta ou com outras enviadas pelo grande capital. Medida inteligente é a alteração dos nossos hábitos para sobrevivermos a carências que surjam, como é tomado bem evidente pela notícia “O montado ibérico desafia as alterações climáticas”, com empresários agrícolas ibéricos a tomar medidas para o melhor aproveitamento dos terrenos, em benefício das pessoas, da fauna e da flora, por forma a evitar graves consequências das secas que se anunciam. Um novo sistema de exploração do montado, tornando as explorações mais produtivas e rentáveis e, ao mesmo tempo, fixando população no meio rural, em grande parte despovoado, é uma solução inteligente e bom caminho a seguir.

Como a intenção da redução de plásticos, também as conclusões dos trabalhos de investigação para se obter a melhor adaptação às alterações climáticas necessitam de boa e adequada divulgação a toda a população, principalmente a ligada ao meio rural, para se obterem os melhores resultados e se evitarem ao máximo os incómodos da mudança. ■

terça-feira, 1 de outubro de 2019

DISCURSO DE VLADIMIR PUTIN em 30-09-2019

190930. Discurso de Putin
Tradução que consegui do vídeo com este discurso.

Hoje estou cansado. Cansado de vocês.

Quero dirigir-me aos líderes do mundo. Que se passa com vocês? Que plano diabólico estão tramando? Vocês estão, deliberadamente, tentando reduzir a população e fazem-no à custa de vidas inocentes, de mentes frágeis que acreditam no vosso politicamente correcto. Pais, mães, filhos. Uma classe de monstros convence uma família a mutilar os órgãos genitais de seu filho, porque este um dia parece uma menina? Sabendo perfeitamente que um menino não tem ainda a sua identidade formada. Que tipo de fera maligna convence um país do ocidente a abrir as portas ao terrorismo do Estado Islâmico? Lavando o cérebro das pessoas com poderosos sistemas mediáticos poderosos que mentem descaradamente.

Vocês estão mudando os valores da cultura ocidental, um a um, intencionalmente. Vocês desejam que o terrorismo destrua vidas inocentes. Vocês mesmos estão a atacar a vossa própria cultura e valores, a consciência. Querem destruir o cristianismo, sabendo que do outro lado virão outros impor o Islão, através da violência e do terror. Sabem-no e deixam que isto aconteça. Agora, pelas vítimas do terrorismo, peço que façamos um minuto de silêncio…

Poderosos do Mundo, estou atento aos vossos planos diabólicos para reduzir a população do planeta. Desde abrir as portas e barreiras a grupos terroristas até à tentativa deliberada de homossexualizar a população. Vim aqui hoje para expor como e porquê vocês fazem isso. Têm sido suficientemente maus para tirar proveito dos fracos, dos oprimidos. Levaram os jovens pelos chifres e encheram as suas mentes com lixo. Tornaram natural a mudança cirúrgica de sexo.

O prefeito da cidade de Manchester naturalizou o terrorismo islâmico. Depois de um atentado, ele disse que os ataques terroristas são parte natural da vida numa grande cidade. Incrível. Se vocês acham que o vosso povo deve acostumar-se a ser massacrado, renunciem ao vosso cargo.

E o que estão fazendo com a comunidade homossexual, Deus. Estão tirando vantagem de uma parte da sociedade que tem sido eternamente oprimida e já sabendo que sofrem de distúrbios e disforia, para fazer-lhe acreditar que são a ordem natural e que todo aquele que não aceite esta premissa é um mau e um pateta fóbico que os odeia sem medida. A homossexualização, através de falsos e alterados estudos que, mês a mês, relatam que a heterossexualidade não existe. Artigos sobre modas suspeitas em que os heterossexuais fazem sexo entre homens e que a heterossexualidade não passa de uma construção social. Bem eu digo que estes são clientes. Mentiras premeditadas para reduzir a população mundial a pouco e pouco. Porque vocês sabem bem que uma sociedade homossexual não será capaz de se reproduzir.

Os islâmicos nos massacram. Vocês bombardeiam os islâmicos. E a sociedade não se reproduz. O resultado é que vocês esperam uma eficaz redução efectiva populacional. Mas isto não termina aqui. Eles também aumentam o ódio entre homens e mulheres. Eles destruíram o movimento feminista, para gerar uma guerra entre seres biologicamente adequados. Homens e mulheres. Se homem e mulheres se odeiam, as chances da sua reprodução desaparecem completamente.

Este plano monstruoso é acompanhado de uma filosofia neomarxista. E os jovens de mente fraca que compraram discursos pré-digeridos. Rapazes e raparigas que recusam pensar por si mesmos ficam com cérebros lavados, cheios de ideias absurdas, completamente idiotas e defendem leis jihadistas. Eles estão absolutamente convencidos de que a mutilação dos órgãos genitais não resulta num distúrbio de identidade sexual. Eles conseguiram convencê-los de que o inimigo é a família tradicional, quer dizer a que se reproduz.
Mas hoje a história, vos demonstrará a vocês, governantes, que o sentimento comum é mais forte. Exigimos que façam marcha atrás com o vosso plano.

Hoje estou aqui em paz. Implorando para ser deixado sozinho. Deixem já em paz as mentes dos jovens e dos oprimidos, mas pisei e demonstrei que estou ciente dos vossos planos. As vossas políticas têm que mudar urgentemente. Os vossos mídia deverão começar a dizer a verdade. Parem de tentar deliberadamente confundir os jovens sobre a sua privacidade. Meter-se na vida sexual de uma pessoa saudável é um acto desprezível e repugnante. Exigir a todo um povo que se acostume a ser massacrado por imigrantes radicais é um acto cobarde, desprezível. Enfrentar homens e mulheres sob a bandeira do feminismo… Canalhas, canalhas. É uma das coisas mais infelizes que vi em toda a minha vida política. América e Europa se não terminarem os seus planos, deverão enfrentar, não sozinhos, a ira de Deus. Senão também a minha. Retrocedam com o vosso plano.
Deus e Pátria ou morte. Viva. Viva. Viva


segunda-feira, 30 de setembro de 2019

GOVERNO DESEJÁVEL



De hoje a uma semana, haverá eleições de que resultará um Governo, novo Poder Executivo, que deverá definir objectivos claros, de médio e longo prazo, para os sectores essenciais da Nação. Tais escolhas de objectivos devem resultar de estudos bem pensados, sólidos, das causas e condicionamentos dos problemas que precisam de solução, e de ideias estratégicas focadas num futuro melhor. Depois, deve proceder uma organização simples, sem burocracias desnecessárias, e eficaz para os concretizar de forma adequada.

O pessoal que, nos serviços públicos, terá a responsabilidade de realização das tarefas para a realização dos objectivos nacionais, deve ser escolhido, não por motivos de amizade ou família ou clubismo, mas em resultado de uma escolha serena e ponderada de pessoas que tenham preparação e experiência para o efeito.

Quanto a decisões dos governantes, é imperioso que os seus autores tenham consciência de que as palavras nada valem só por si se não forem traduzidas em acções adequadas. Por isso, não basta decidir e escrever despachos, comunicados, etc., pois é indispensável preparar tudo, com realismo, para serem obtidos os resultados desejados. Não deve voltar a acontecer como com a decisão de ELIMINAR OS PLÁSTICOS e, depois de algum tempo, os governantes lamentarem ter ficado tudo na mesma, porque não foram difundidas as necessárias instruções e comunicações sobre as condições e modalidades de acção para que isso resultasse. Faltaram preparativos de instrução e de criação de ambiente para as empresas alterarem os seus procedimentos de aquisição e utilização de outros instrumentos, e para os consumidores aderirem com entusiasmo à alteração dos seus comportamentos na utilização e no destino final.

As pessoas devem ser, permanentemente, consideradas o alvo superior em qualquer decisão. Esta deve ser devidamente ponderada quanto aos efeitos desejados e as pessoas devem ser ouvidas para se conseguir calcular a sua adesão e criar nelas bom espírito de colaboração naquilo que se destina a melhorar a sua qualidade de vida. As decisões tomadas por capricho ou inspiração pessoal imediata, raramente, resultam de forma correcta como aconteceu na de transferir para o Porto o INEM.

Depois de estudar as causas e condicionamentos dos problemas e de ouvir pessoas que os conhecem e de tomada decisão, convertida ou não em documento legal, para que os resultados sejam os desejados, é essencial o acompanhamento das actividades, para correcção e melhoramento das comunicações a fim de conseguir a melhor colaboração de todos os executantes e, a partir daí, se necessário, decidir medidas adicionais que tornam a adesão mais motivadora e entusiástica.

domingo, 29 de setembro de 2019

O SUSTO GLOBAL

O susto global
Transcrição do artigo de O DIABO nº 2230 de 29-09-2019, pág 12-13. Pelo Sociólogo Augusto Deveza Ramos

O clima foi sempre um instrumento político e militar. Quem controlar a narrativa do clima controla as vontades do planeta

Numa semana internacionalmente marcada pela Cimeira da Acção Climática, em que uma criança sueca foi usada como “argumento” emocional das teorias ambientais “da moda” e o Presidente Marcelo, ao discursar nas Nações Unidas, associou Portugal ao alarmismo catastrofista do “politicamente correcto” de esquerda, O DIABO entra no debate sobre o clima e dá voz às crescentes dúvidas sobre uma “agenda ambientalista” cada vez mais politizada.

1.O susto

A opinião pública tem sido intoxicada e atacada com propaganda acerca do clima. É um esquema ideológico socialista. O objectivo é criar impostos, atacar as soberanias, rebaixar a classe média e vigiar os comportamentos individuais: tudo em nome do preconceito a que deram o nome de «aquecimento global».

Uma das principais agendas nos Media tem sido que «o clima do planeta está a mudar» e que não se pode fazer nada por isso, senão «pagar mais impostos para que cientistas tentem resolver o problema». Grande parte da opinião pública não tem tempo para aprofundar essas premissas e acredita, sem muita dúvida, na intoxicação das televisões, rádios e jornais. Um pequeno resumo dramático acerca do “apocalipse no clima” transmitido no telejornal da noite é o suficiente para que parte significativa da população considere o ‹susto› climatérico como verdadeiro. O objectivo é gerar conformismo nos contribuintes e eleitores e até messianismo nas classes sociais marginais. O susto baseava-se numa premissa geo-estratégica, mas errada à partida: é possível enganar a maioria da população e até países.

À medida que a globalização avançou, a ONU e organizações internacionais adquiriram legitimidade para, literalmente, enganar a população com as narrativas mais absurdas, do susto climatérico aos benefícios da migração, sem esquecer as glórias da China. O logro foi criado para que os globalistas mantivessem a população assustada e hipnotizada, mais dócil para pagar impostos mundiais, sem fazer perguntas e até se juntarem à ‹causa›. O esquema não é novo. O clima foi sempre um instrumento político e militar. O que é inédito é a disseminação planetária de uma mentira que está a ficar muita cara ao ocidente.

Até aos anos 70, a ONU e os globalistas mantinham a população hipnotizada com a ameaça da guerra nuclear entre a URSS e os EUA. Assim que a Guerra Fria terminou, era preciso manter o hipnotismo da obediência, um novo medo. Foi quando os globalistas forjaram a «catástrofe climática». Mas não foi um processo pacífico, foi cómico. Por exemplo, nos anos 70 a revista ‘Time’ publicou três capas medonhas acerca do gelo ameaçador para a humanidade: era o «arrefecimento global». De repente, tudo mudou. A maturidade revelou que final era «aquecimento global».

Estas organizações supranacionais, como a ONU, são organizações ideológicas que usam a ciência para justificar as suas políticas. Mas algo mudou: se a empreitada tinha avançado sem grande resistência, com filmes retóricos como o de Al Gore, “Uma verdade inconveniente” (em sequela), o susto parece que deixou de funcionar. O planeta acordou.

2.Uma hipótese

O “aquecimento global” não é uma teoria, é uma hipótese que nunca mostrou prova científica. Para isso, as organizações globalistas conseguiram reunir um consenso mundial, expandido, acerca desta fraude científica: «o homem emite dióxido de carbono (CO2), causado pela indústria e automóveis, para a atmosfera, que gera uma camada de ozono que afecta o efeito de estufa e gera o aquecimento da terra». A lenda passou tantas vezes nos ‘tops’ mediáticos que apenas os especialistas duvidaram desse refrão. A maior parte da população ouviu, encantou-se e até alinhou com a sereia. Mas poucos a dissecaram a lenda.

Em primeiro lugar, o CO2 (Dióxido de Carbono) é um gás fundamental na vida humana: sem CO2 as plantas não vivem, não há pasto para os animais, nem alimentação para a humanidade; em segundo lugar, não há relação provada entre emissão industrial e aquecimento global. Segundo Luiz Carlos Molion (Universidade de Évora, Universidade Federal de Alagoas, Brasil, e Western Michigan University, EUA), o maior aquecimento da terra no século XX deu-se entre 1925 e 1946, quando o homem lançava menos de 6% de CO2 para a atmosfera; terceiro, a camada de ozono a ser formada desaparece pelo efeito de auto- -regulação da atmosfera, e quando chega aos polos frios, literalmente desaparece; quarto, não existe nenhum preservativo na terra chamado «efeito de estufa».

E se é verdade que tem havido um aquecimento da terra, é falso que esse aquecimento tenha causa atribuível, isto é, causa humana. O aumento das temperaturas é causado pelo Sol, que aquece os oceanos e difunde correntes marítimas quentes que podem afectar os glaciares. Esta verdade é inconveniente porque não tributável, a não ser que as finanças globalistas já estejam a observar a contabilidade do nosso velho amigo Sol.

Al Gore exala nos seus documentários que o “CO2 é a causa do aquecimento da terra”, invertendo a realidade: na verdade, há mais CO2 depois do aquecimento da Terra (quando o sol emite mais temperatura à Terra, aquece os oceanos, que libertam CO2, e estimula os seres vivos, plantas, que produzem o CO2 pela fotossíntese). Al Gore e os globalistas tributários insistem que o CO2 é o ‹mau da fita› no planeta, não revelando que sem carbono não estariam cá para continuar a enganar-nos. O dióxido de carbono é fundamental à vida: é gerado pela fotossíntese de plantas, num processo de transformação de energia solar em energia química que é distribuída aos seres vivos (animais, humanos) que consomem essas plantas no ciclo da teia alimentar.

Como o dióxido de carbono é armazenado naturalmente nos combustíveis fósseis, os globalistas decidiram perseguir os seus armazéns: petróleo, carvão, gás natural. Mas é mais um esquema económico geo-estratégico a médio prazo. Porque se trata de sancionar os países produtores destes combustíveis fósseis, como a Rússia, produtora de gás natural.

3.A fraude

Não há evidência científica de que o aquecimento global tenha relação com o aumento de CO2. Até agora, nenhum organismo ambientalista, ou académico, provou isso. Não passa de uma hipótese que nunca cumpriu a última etapa epistemológica: a prova. Os globalistas associam directamente o crescimento do CO2 à revolução industrial, mas é uma falácia: o CO2 é produto do aumento da temperatura (actividade do sol) e não o contrário.

Esta propaganda fraudulenta tem origem no IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change), um organismo político (não científico) que foi criado em 1988, nas Nações Unidas (ONU). O IPCC não produz pesquisa original, apenas sintetiza o conhecimento produzido por cientistas «independentes» mas «ligados a organizações e governos» (sic). É uma espécie de central de difusão de relatórios duvidosos para justificar a administração de políticas tributárias. Mas até o próprio IPCC tem recuado nas suas premissas, cada vez mais denunciadas como fraudes. O IPCC emite relatórios de 4.000 páginas (que conta que ninguém leia) mas concentra dezenas de especialistas a elaborarem sumários de 25 páginas, com linguagem volátil, para acertar nas redacções dos jornais e televisões e, principalmente, na agenda de incautos ministros dos governos soberanos.

4.A maldita agenda da ONU

O Protocolo de Quioto e o Acordo de Paris (que Trump não assinou) pretendem 100 biliões de dólares/ano, em impostos, para reduzir “emissões” de carbono (atribuídas ao homem e não à natureza). Esses biliões provêm dos bolsos dos contribuintes de todo o planeta. O objectivo do embuste será «reduzir as emissões de CO2» e atribuir as culpas ao Homem. Objectivo em que o Papa Francisco tem sido cúmplice.

Mas os objectivos são outros: em nome da redução das emissões de CO2, a ONU, através do IPCC, pretende empobrecer o Ocidente desenvolvido em três vectores: primeiro, aumentar os impostos gerais e à classe média detentora de indústria; segundo, atacar a infraestrutura dos países, sua produção e energia - 80% da energia eléctrica mundial depende dos combustíveis fosseis, petróleo, carvão e gás natural; terceiro, atacar os direitos e soberanias (o cidadão terá de obedecer a ‹níveis› de comportamento e consumo que o Big Brother da ONU vigiará). E não fica por aqui: a China, o país mais poluidor do mundo, está isenta de obrigações ambientais. Hoje a China é tão desleal na sua concorrência no Ocidente que tem electricidade sete vezes mais barata que a Europa, favorecendo a sua expansão económica e ideológica totalitária no planeta, como mostra a sua recente invasão a Hong Kong e a disseminação da tecnologia-espiã 5G no ocidente.

Se a ONU pretende reduzir emissões de carbono - por impostos, controle da energia e produção - vai atacar 80% da estrutura mundial que precisa de combustíveis fósseis (petróleo, carvão, gás) para produzir electricidade. Isto vai gerar estagnação, desigualdade e pobreza em muitos países. Mas não se preocupem: a “Agenda 2030” da ONU já previu isso na sua primeira alínea («combater a fome em todo o mundo»); e se os impostos em nome do carbono vão causar massivo desespero e fuga à fome pela migração, a ONU também já forjou em Marraquexe, no ano passado, o Plano Global das Migrações - o plano que prevê que os países signatários (Portugal incluído) acolham migrantes vindos de países asfixiados pelas taxas de carbono. Isto não é apenas um embuste tributário, é muito pior: é criar pobreza e caos mundial, destruir fronteiras, prosperidades nacionais e locais, incitar à migração desesperada. Tudo isto para a subreptícia intenção da ONU: gerar o governo mundial de «emergência», centralizado, sem democracia, que iria salvar o planeta do clima e da fome.

5.Perguntas inconvenientes

Se a ameaça de aumento do nível do mar, causado pelo degelo nos polos, é real, porque comprou a vedeta de uma “Verdade Inconveniente”, Al Gore, uma casa de praia no valor de 9,5 milhões de dólares junto ao mar, a poucos centímetros acima do nível do mar, em Montesito, Califórnia? E porque fez o mesmo, o ex-presidente Barak Obama, que pagou 15 milhões por uma casa de praia numa ilha, bem rente ao nível do mar? Será que o mar é como os globalistas, quando se eleva não é para todos?

Por que razão a Alemanha se está a preparar tanto, tendo construído 23 centrais termoeléctricas a carvão (que geram acido sulfúrico, poluente), em 2018? Porquê o mesmo no Japão? Porque podem estes países construir termoeléctricas (carvão contém carbono) e outros países não? O que se está a forjar por trás das cortinas?

6.Respostas convenientes

O grande público, admite-se, não tem tempo para aprofundar a propaganda massiva que lhe é inculcada. Uma “mentira repetida torna-se verdade”, dizia Goebbels, Ministro da Propaganda de Hitler. A propaganda do «susto do clima» conta com biliões de dólares doados a centrais de difusão e Media para produzirem acólitos, missionários e até pategos.

Importa desmistificar estes mitos:

1) Nível do mar - não depende do aquecimento global mas do movimento das placas tectónicas, ventos, ondas dos oceanos e até do ciclo lunar; está, por exemplo, a baixar nos países nórdicos (a terra elevou-se por movimento tectónico); depende de um planeta inquieto, é o resultado de fenómenos de agradação (formação de praias) e degradação (da praia);

2) Aquecimento - houve um aquecimento da terra desde o início do século, o problema é que a ONU, pelo IPCC, diz que isso é responsabilidade do Homem; não é, o Sol é o responsável por isto tudo;

3) Derretimento glacial - resulta de ondas marítimas quentes vindas do Sul que entram no Árctico, aquecem as águas profundas e descongelam a infraestrutura dos icebergues, não é culpa do Homem;

4) Previsões - as hipóteses do IPCC e Al Gore não provêm da observação, saem de modelos de computador sem metodologia científica, onde não são tratadas variáveis fundamentais, como nuvens, ciclo hidrológico, movimentos de calor, oceanos;

5) Tendência - o clima está a mudar para o arrefecimento até 2035;

6) Lua - os ciclos da Lua interferem com a gravitação da terra, por vezes «puxam» os oceanos e estimulam correntes marinhas quentes e frias que afectam os climas locais e globais;

7) Camada de Ozono - não existe; o ozono desaparece diante das temperaturas da Antárctida;

8) Aquecimento local - incêndios, inundações, indústria, poluição, não têm impacto global, apenas local, no micro-clima, que a atmosfera dissolve rapidamente;

9) Chuvas - são fenómenos cíclicos de variação da temperatura dos oceanos que causam precipitação nos continentes, não dependem do aquecimento global.

7.Conclusão

Quem controlar a narrativa do clima controla as vontades do planeta. É o que pretende a ONU. O mais pernicioso nem é a fraude da hipótese do “aquecimento global”, mas a inculcação e danos que a propaganda já gerou na opinião publica e nas infelizes gerações que não tiveram oportunidade de questionar a doutrina. Hoje o clima é desculpa para todos os males da humanidade: pobreza, dilúvios, ursos polares, vontade de trabalhar, aborto, hiperpopulação, e até raças. A propaganda cumpriu o seu propósito: criar confusão, caos e desinformação, a favor dos ‘lobbies’ de mega- -empresas, governos e suas estratégias.

As dezenas de reuniões mundiais para o clima, servem actualmente apenas para discutir novas e mais sofisticadas formas de colonização globalista. Por exemplo, o ex-presidente do Brasil, Color de Mello, revelou, dois anos depois de assinar o Protocolo de Montreal de 1987 - taxação de CFC›s (spray, ar condicionado) – que tinha sido chantageado pelo FMI para poder renovar a ajuda ao Brasil. É assim. Os países pobres assinam tratados porque apenas querem subsídios financeiros dos globalistas, mas nunca se vão desenvolver ao nível dos ricos. A ‹Cosa Nostra› não permite.

O objectivo global do embuste do «clima aquecido» é centralizar decisões e controle: em nome do controle do clima, ‹gerem-se ‹os climas locais, isto é, controlam-se os recursos locais não apenas dos países, mas principalmente regiões, zonas e áreas, onde são mapeados os seus recursos minerais. Isto não tem nada de ambiental ou de eliminação de pobreza, é pura táctica geo-económica a prazo. Que inclui a desindustrialização de países em ascensão - como Portugal, que paga a electricidade caríssima e torna o país repelente a investidores estrangeiros, mantendo-o planeadamente insolvente e eternamente dependente da ajuda dos bancos centrais, o BCE ou FMI (globalistas).

Mas há boas notícias: milhares de cientistas, nomeadamente da NASA, denunciam o esquema do ‹aquecimento›; outros estão simplesmente em debandada. E Lord Monkton, um intrépido escocês, critico do logro, afirmou recentemente que «quando a ONU aceitar que o esquema é uma farsa está terminada a esquerda no planeta».

E é disso que a fraude do «aquecimento global» trata: da sobrevivência de um fóssil: a esquerda internacional. Não da nossa amada casa Terra. ■