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domingo, 21 de junho de 2015

10 LIÇÕES DE VIDA DO PAPA FRANCISCO


10 lições de vida

Toda a pessoa realmente válida define regras e valores pelos quais norteia cada momento da sua vida. Do Papa Francisco é conhecido o seu decálogo, as suas 10 lições orientadoras dos seus passos. Resumidamente, são:

1. VIAJE LEVE PELA VIDA
2. DÊ IMPORTÂNCIA AOS VALORES
3. CULTIVE AS RELAÇÕES PESSOAIS
4. FREQUENTE A RUA
5. SEJA COMUM E EXTRAORDINÁRIO
6. CULTIVE A DIFERENÇA
7. VALORIZE A FAMÍLIA
8. NÃO TENHA VERGONHA DE SER HUMILDE
9. RECONHEÇA SEUS DEFEITOS
10. CUIDE DE SEUS AMIGOS

Se desejar compreender o significado por ele dado a cada um destes dez mandamentos, abra o link
http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2013/07/10-licoes-de-vida-do-bpapa-franciscob.html

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

CONSELHOS MARAVILHOSOS





Não chores pelo que perdeste. Luta pelo que tens.

Não chores pelo que está morto. Luta por aquilo que nasceu em ti.

Não chores por quem te abandonou, Luta por quem está contigo.

Não chores por quem te odeia, Luta por quem te quer.

Não chores pelo teu passado. Luta pelo teu presente

Não chores pelo teu sofrimento. Luta pela tua felicidade.

Com as coisas que nos vão acontecendo, vamos aprendendo que nada é impossível de solucionar, apenas siga adiante.

Por Jorge Mário Bergóglio, Papa Francisco

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O BOM LÍDER NÃO É ARROGANTE NEM VAIDOSO


Transcrição de post do Blog Sempre Jovens, publicado por Celle:

 Coisas do Papa Francisco! "E tu, irias sentar-te na cadeira de trás?"

Uma das últimas cadeiras da igreja é ocupada pelo Papa.
É o que se vê na foto.

Ele está a celebrar uma Missa muito peculiar: os convidados são os jardineiros e o pessoal de limpeza do Vaticano. Num momento da celebração o Papa pede a todos que orem em silêncio, cada um pelo que o seu coração deseja. Nesse instante, ele levanta-se da sua cadeira presidencial que está na frente e vai sentar-se numa das últimas cadeiras para fazer a sua própria oração. Dá a impressão de que este chefe preferiu que todos se centrem em ver de frente a verdadeira razão da sua existência, esse Cristo crucificado que está ali presente e não em que o vejam a ele, o seu chefe, que não é mais que um homem que falhou e continuará a falhar, e a quem hoje todos chamamos o Papa Francisco.

A famosa diferença entre chefe e líder é absoluta nesta foto. O chefe sempre se emproa, pondo-se à frente para que todos o vejam e lhe obedeçam, enquanto que o líder sabe quando se deve sentar atrás, não incomoda, acompanha, facilita o caminho para que os outros consigam os seus propósitos; o líder é capaz de desaparecer no momento oportuno, para que os seus companheiros cresçam e se centrem no que é verdadeiramente importante. O líder não teme perder o seu lugar, porque sabe que, muito para além do “seu lugar”, trata-se de ajudar aqueles que se encontrem no seu caminho.

Na foto, o admirável Francisco está de costas. Ele sabe que muitos o queriam ver de frente, mas neste instante tão íntimo, ele prefere ficar de costas para os fotógrafos e dar a cara a esse Deus de todos, Amor para o jardineiro e Amor para o Papa, esse Deus que não diferencia o abraço nem dá mais por um ou por outro, ambos são pecadores e ambos precisam d’Ele.

Quantos chefes terão a capacidade de ir sentar-se naquela cadeira de trás? Quando é que mães e pais teremos que “celebrar” essa cerimónia chamada vida com os nossos filhos, e num momento oportuno sermos capazes de nos sentarmos atrás, para que eles fiquem de frente para a sua missão? Quantos poderemos voltar as costas aos aplausos, à barafunda dos “clicks”, aos elogios, para dar a cara, num momento íntimo, a essa oração profunda que torna o nosso coração despido de orgulho, a um Deus que deseja com fervor escutar-nos?

O Papa ficou-me gravado nesta foto, e eu espero que hoje esta injeção sirva para me situar no resto da minha vida...

NOTA: Sua Santidade, com este exemplo de humidade, ensinou que devemos ser para os outros tal como desejamos que eles sejam para nós. Há diferença entrem o SER e o TER. Francisco, nesta atitude mostrou que deve considerar-se irmão dos irmãos, aconselhar como se devem concentrar na reflexão sobre as suas faltas por pensamentos, acções e omissões. Deu o exemplo, ao concentrar-se na sua reflexão, de que o seu Ser deve sobrepor-se à ostentação do cargo que tem, e que acha que não deve ser utilizado como imagem de poder, mas de líder, de condutor de pessoas para o caminho do Bem.
Um bom líder não sente necessidade de ser arrogante, vaidoso ou autoritário, porque sabe captar as simpatias da sua equipa, para seguir as melhores estratégias a caminho do objectivo seleccionado.


Imagem de arquivo