
Mas em Espanha, a notícia «Autarcas espanhóis detidos por suspeita de corrupção» diz que «segundo o Ministério do Interior espanhol, os agentes da Unidade de Delitos Económicos e Fiscais realizaram, no âmbito da "Operação Orquestra", oito operações de busca em autarquias e casas particulares na região da Corunha, das quais resultaram oito detidos, acusados de crimes de tráfico de influências, prevaricação, suborno e falsificação documental.
Entre os detidos encontram-se os presidentes dos municípios de Cee, de Finisterra, e de Mazaricos, aos quais se juntaram dois vereadores de Finisterra e três empresários da região.»
Colocando a ironia de lado, Portugal devia seguir os bons exemplos como este. Já se fala por cá há vários anos das propostas de João Cravinho para combater a «corrupção e o enriquecimento ilícito» mas nada de concreto se viu ainda, e muito menos detenções como estas. E talvez delas resulte condenações como tem acontecido em Países civilizados e desenvolvidos onde a Justiça funciona sem olhar à cor política dos infractores. Mas os próprios juízes se queixam do quadro legislativo que os impede de actuar com perfeição.
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