Mostrar mensagens com a etiqueta tráfico de influências. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tráfico de influências. Mostrar todas as mensagens

sábado, 10 de maio de 2014

DEPUTADOS CORRUPTOS ???!!!


Casualmente, deparei num curto período, com duas peças significativas:

Notícia:
«DEO. Despesa com estudos sobe 166 milhões antes de ser cortada em 2015»

Vídeo:
«Deputados acusados de corrupção, cobardes, não aparecem»



Acerca da notícia, apresento algumas cogitações:

PARECERES ONEROSOS E DE UTILIDADE DUVIDOSA. Esta notícia de que, apesar da intenção de reduzir o défice, se deixa subir a despesa com estudos, pareceres e consultorias, este ano, 166 milhões de euros acima do valor de 2013, faz recordar a falsa utilidade de tais gastos, como aconteceu com o projecto de passar o aeroporto de Lisboa para a OTA.

Acabaram por ser inúteis os milhões gastos em pareceres encomendados a gabinetes de pessoas ligadas ao Poder, por sociedade profissional ou por amizade, para apoiarem a decisão tecnicamente errada, mas que favorecia interesses ocultos de amigos mal disfarçados, que eram proprietários, desde poucos meses antes, de terrenos que seriam ricamente valorizados com a obra. E, apesar de tal despesa, o erro técnico veio a ser bem visível e houve consenso para o aeroporto ser construído em Alcochete e não na OTA.

Agora, apesar de tantos milhões dados a Amigos, a crise sócio-económica de Portugal não pára de agravar o empobrecimento e a necessidade da emigração, embora enriqueça os autores dos pareceres e os detentores do poder financeiro, em que se encontram muitos ex-políticos que entraram para a carreira sem fortuna que possa ser considerada fermento justificativo de tamanho crescimento.

Parece que numa correcta REFORMA DO ESTADO não devem faltar medidas para a moralização do regime, com uma justiça abrangente e activa, apoiada em legislação eficiente para evitar e combater a corrupção, as negociatas, o tráfico de influências, o enriquecimento ilícito, o peculato, etc.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

VÌCIOS GENERALIZADOS NOS POLÍTICOS


No post carreira política houve um cuidado excessivo de não «chamar o nome aos bois» e deixou-se aos leitores a tarefa de ler nas entrelinhas. Mas, entretanto, passou a ser frequente encontrar em diversos textos a afirmação de que o objectivo da maior parte dos seguidores da carreira que os leva ao paraíso dos «ex-políticos» não é o sacrifício pela causa nobre de defender os interesses nacionais (dos cidadãos em geral), mas o mais prático de defender os interesses seus, de familiares e amigos e do respectivo partido.

Isso traduz-se na ambição de obter muita riqueza, rapidamente e por qualquer forma. Não hesitam no tráfico de influências, na corrupção, nas negociatas, na promiscuidade entre interesses pessoais e de amigos com os seus deveres de função, sendo a troca de favores e o pagamento por gratidão a moeda corrente.

Isto parece calúnia ou fantasia a quem for ingénuo e demasiado crédulo, mas as notícias reforçam tal conceito: As antigas atitudes em relação ao centro comercial Freeport ou ao aterro da Cova da Beira ou aos negócios de um sucateiro em que em que se falou de «troca de robalo por alheira» (roubalheira), continuam agora com notícias de que se tiram ao acaso:  Suspeitas de corrupção em colégios ligados a ex-governantes do PS e do PSD, Secretário de Estado fez 'lobbying' durante dois anos para conseguir abrir hospital privado, as referidas ao receio de um inquérito credível aos negócios dos Estaleiros de Viana do Castelo, etc.

E como no fundo de tudo isto, há as dificuldades de a Justiça entrar em tais crimes de políticos, por falta de legislação, embora já proposta há vários anos por João Cravinho, para evitar a corrução e condenar a sua prática, sempre lesiva dos interesses nacionais, resta a acção das pessoas que detectem situações dúbias.

Na ausência de legislação adequada e eficaz, parece que a única forma de se iniciar o combate à corrupção é a denúncia feita por quem conheça alguns sinais. Mas a Justiça deve apoiar os denunciantes e evitar que sejam alvo de vinganças. No entanto, o denunciante deve ter a coragem de vencer tal receio e arriscar, para Bem de Portugal, isto é, dos portugueses contribuintes. Denunciar tais crimes é um dever, é patriótico.

Imagem de arquivo

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

ISTO NÃO TEM CONSERTO !!!




Para isto ter conserto seria necessário que o regime mudasse no que respeita a partidos, a Governo e AR, às relações entre o Poder político, os bancos e os capitalistas. Faz falta uma legislação eficaz contra a corrupção, o tráfico de influências, as negociatas e o enriquecimento ilícito. Preste-se atenção ao que diz Paulo Morais, por exemplo.