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sábado, 5 de dezembro de 2015

CORRUPÇÃO E NEGOCIATAS

CORRUPÇÃO E NEGOCIATAS SÃO males a eliminar da vida de políticos em função do Estado.
Mas como?. É da sabedoria primária que é difícil encontrar provas válidas da corrupção e da economia paralela, quando são praticadas a dois sem testemunhas.
E os legisladores não podem estar interessados na eliminação de tais actos lesivos dos interesses nacionais,porque eles lhes trazem grandes proventos, como as notícias frequentemente indiciam. Veja-se, por exemplo, a presença de um deputado na AR, sem timidez de se mostrar a discursar contra o orçamento de Estado do Governo de António Costa, depois da sua discutida intervenção no negócio da TAP, dos transportes, do seu tacho no BdP e no negócio do Novo Banco. Como pode ele convencer-nos da definição da sua fronteira entre os interesses do Estado e os das suas atitudes na vida privada? Ouça-se e leia-se o que diz e escreve Paulo Morais e outros que se debruçam sobre os crimes financeiros.









sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

ISTO NÃO TEM CONSERTO !!!




Para isto ter conserto seria necessário que o regime mudasse no que respeita a partidos, a Governo e AR, às relações entre o Poder político, os bancos e os capitalistas. Faz falta uma legislação eficaz contra a corrupção, o tráfico de influências, as negociatas e o enriquecimento ilícito. Preste-se atenção ao que diz Paulo Morais, por exemplo.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Estado vende ao Estado !!!

Vários especialistas apontam como causas primárias da actual crise as descontroladas negociatas em que as fabulosas quantias em jogo não tinham a mínima cobertura da moeda com correspondentes valores materiais, apenas se tratando de contabilidade em papel ou em símbolos virtuais.

Por isso, num momento de combate ao défice e à dívida soberana e se deve procurar tornar transparente a grande confusão que vai sendo descoberta, é estranho que se fale que a CGD, que é do Estado deve vender ao Estado as seguradoras, para se capitalizar. Quem beneficia com este negócio de mudar o dinheiro de um bolso para o outro? A minha ignorância, sentido da dignidade e tendência para o rigor, dificultam-me a compreensão destas habilidades.

Imagem de arquivo

domingo, 24 de abril de 2011

Justiça e político suspeito


Negócios ruinosos ou outras atitudes menos correctas da parte de políticos ou outros não devem ficar impunes. A igualdade perante a lei e a acção da Justiça deve ser considerada uma conquista do 25 de Abril. Mas, muitas vezes há fortes dúvidas ou até certezas sobre se esse direito dos cidadãos e dever dos responsáveis pela Justiça tenha permanecido vivo nas mentes portuguesas. Por vezes ficamos chocados com a imunidade e a impunidade de casos suspeitos. Ou será que todos os políticos, desde há 37 anos, terão sido uns santos, com comportamento impecável?

Por isso quem souber de fonte segura ou de fortes suspeitas sobre irregularidades tem o dever de transmitir a quem de direito, que depois terá a responsabilidade de investigar e dar o encaminhamento que a lei geral impõe. Qualquer indício, ruído, indicação, sinal, marca, vestígio, laivo, sintoma, memo podendo ser considerado sem importância, pode vir a ser muito útil para o investigador. É com esses pequenos sinais que se forma a informação segura e encontra a prova de uma irregularidade que pode ser lesiva dos interesses nacionais, da colectividade, do dinheiro público.

Vem esta reflexão a propósito da notícia acerca de Ex-autarca suspeito em negócio ruinoso em Oliveira de Azeméis. O caso está nas mãos da Justiça, devido a «queixas» e é de esperar que suceda actuação em conformidade. 

Imagem do Google