quinta-feira, 7 de novembro de 2013

PESSOAS ADMIRADAS E RESPEITADAS 05


Rui Fernando da Silva Rio tem sido uma pessoa excepcional que conseguiu aliar os conhecimentos teóricos próprios da sua formação académica à sua concretização na prática, do que resultou, por exemplo o elogiado desempenho das funções de Presidente da Câmara do Porto e o impulso que deu a uma candidatura que mereceu a aprovação dos eleitores do concelho.

Em qualquer função, principalmente se de alta responsabilidade, por afectar meios humanos, financeiros, tecnológicos, materiais e por se reflectir no conjunto de fornecedores de materiais e de serviços e dos consumidores, é indispensável saber aliar às teorias dos manuais escolares uma grande sensibilidade e bom senso para gerir as realidades envolventes.

Rui Rio, economista, tendo pertencido à Juventude do seu partido, no tempo em que as Jotas não serviam de capa para estudantes falhados e para diplomas forjados, entrou no governo, onde o seu trabalho foi apreciado. Depois, na Câmara do Porto soube equacionar problemas difíceis, com coragem para cortar com maus hábitos e com indesejáveis dependências e procedeu a melhorias que os habitantes e os parceiros sociais apreciaram.

Conseguiu uma óptima simbiose entre a teoria e a prática e obteve a estima do seu povo, ao ponto de a candidatura que apoiou, apesar de independente, vencer as eleições.

É um homem de quem Portugal muito espera e a quem se deseja uma longa vida com muitos sucessos para bem dos cidadãos. Oxalá nunca deixe de aproveitar as oportunidades para contribuir para o crescimento de Portugal traduzido em mais bem-estar da população.

Imagem de arquivo

PESSOAS ADMIRADAS E RESPEITADAS 04


O destaque dado ao empresário Manuel Rui Azinhais Nabeiro pretende mostrar que esta série, em que se pretende destacar pessoas que o povo admira e respeita e que devem ser apontadas como exemplo, não se deve limitar a pessoas com formação universitária e não deve ignorar pessoas de bem, por terem mais modesta formação académica.

Há quem avalie com alta cotação um governo com vários professores universitários mas, depois, se desiluda com o desempenho muito aquém do esperado. Tal desengano tem uma explicação lógica: o cientista é um especialista que conhece a fundo um tema da sua predilecção mas dificilmente poderia adquirir informação sobre a totalidade do saber técnico e prático necessária para uma governação eficaz. Um dia, um sábio bom na sua especialidade mas também profundo pensador sobre tudo o que o cercava, ao ser interrogado sobre o seu maior desejo, respondeu: «trocar tudo o que sei, por metade daquilo que não sei.»

Rui Nabeiro, sem ter altos estudos, tem sido empresário exemplar, que pode servir de modelo a governantes, autarcas e outros empresários. Sente os problemas do pessoal da sua empresa e os dos habitantes de Campo Maior que o consideram amigo, familiar, um «pai». Tem colaboradores licenciados que, apesar da diferença da preparação escolar, têm por ele muita consideração, seguindo as suas linhas estratégicas que ele teve o cuidado de preparar depois de ouvir todos os que lhe podem dar opiniões e sugestões válidas. É um líder, um amigo, um gestor que respeita os seus colaboradores e é por eles respeitado.

Apesar de não poder mostrar diplomas é, sem dúvida, uma «pessoa admirada e respeitada» que constitui um modelo, um exemplo, a seguir em muitos aspectos.

Imagem do Google

PESSOAS ADMIRADAS E RESPEITADAS 03


José Alberto Loureiro dos Santos, além das altas funções militares que desempenhou, ocupou diversos cargos em governos portugueses e surge, com frequência, nos meios de comunicação como comentador de assuntos sobre estratégia, segurança e defesa. A sua opinião é sempre procurada pelos órgãos da Comunicação Social quando em qualquer parte do mundo surgem perspectivas de conflito ou mesmo de simples atritos diplomáticos com perigo de agravamento. Os seus conhecimentos de estratégia e a sua sensibilidade para analisar os sinais de perigo são bem conhecidos e avaliados pelos interessados em segurança e defesa não só nacional, como mundial. É imperioso ouvir a sua opinião antes de decidir, dentro do princípio de que se deve «pensar antes de decidir»

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PESSOAS ADMIRADAS E RESPEITADAS 02


Adriano José Alves Moreira, autor de 21 livros, e senhor de grande experiência didáctica universitária, com actividade política no antigo e no actual regime, sempre coerente com as suas ideias estruturais, é uma pessoa ouvida atentamente e apreciada em assuntos nacionais e internacionais. A sua admirável simplicidade fica bem patente nas frequentes referências que faz à sua origem de transmontano modesto de que subiu a pulso.

Nos tempos que correm é de grande utilidade a experiência de pessoas clarividentes, como Adriano Moreira. São de grande interesse os seus escritos e as palavras proferidas para os portugueses, em termos que não deixam dúvidas sobre o seu significado. Portugal precisa de prestar muita atenção ás opiniões de pessoas deste gabarito, que começam a rarear.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

PESSOAS ADMIRADAS E RESPEITADAS 01


António dos Santos Ramalho Eanes é, sem dúvida, uma pessoa muito admirada e respeitada pelos portugueses e estes ainda esperam dele uma palavra, um gesto de conforto e de conselho para suportar as dificuldades da vida.

Dele muito se tem escrito e foi muito apreciado o texto de Fernando Dacosta (fazer clic para o abrir). A sua biografia pode ser consultada na Wikipédia. Na Internet podem ser apreciados inúmeros ficheiros com dados sobre ele. A aura que o enquadra, constituída pelas suas invulgares qualidades, mantém-no vivo no pensamento dos cidadãos que não cessam de fazer comparações da sua personalidade impoluta com a vulgaridade que abunda nas altas esferas.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

AUSTERIDADE, GASTOS COM ADVOGADOS, CORRUPÇÃO ???



Não esperava que, em ambiente de austeridade em crescimento, apesar das promessas de mais de dois anos, deparasse com a notícia Governo bate recorde em gastos com escritórios de advogados. Este recorde não estava nas previsões da maior parte dos portugueses que já tiveram de abrir mais furos no cinto, para o poder segurar à volta das vértebras descarnadas.

Isto suscita as seguintes interrogações:

Quem sofre e quem ganha com a AUSTERIDADE?
Para que servem tantos homens de Direito no Governo, no Parlamento e nas autarquias? Será apenas para canalizar os processos para os seus escritórios e dos seus maiores amigos?
Até quando continuará este esbanjamento do dinheiro público?
O que impede de moralizar o funcionamento dos serviços públicos, passados mais de dois anos?

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