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quinta-feira, 31 de março de 2011

Fogos florestais preocupam bombeiros


Apesar do muito esforço, é difícil de compreender «os cortes orçamentais anunciados para os meios aéreos de combate a incêndios». Os bombeiros profissionais estão «perplexos» com tais cortes.


É estranha e preocupante a naturalidade, facilidade e frequência com que o Governo, com o seu desprezo pelas realidades do país e pela necessidade de preservar recursos nacionais de capital importância, toma atitudes incompreensíveis perante um problema grave que se prevê que este ano será mais desastroso do que o foi em 2010.

Recordemos o que foi escrito em «António José Seguro privilegia prevenção dos fogos» e em «Fogos florestais 2010» e nos textos nele linkados.

Será que o Governo quer reduzir as despesas com a defesa das áreas florestadas, para ter dinheiro para as «Fundações e empresas públicas»? Qual a tabela de prioridades para o emprego do dinheiro público? Será que este é destinado a apoiar os «boys» e depois, se restar algum, então pensará nos portugueses e nos recursos nacionais?

Imagem do Google

domingo, 19 de dezembro de 2010

Tudo isto são excepções…

«Tudo isto existe, tudo isto é triste», tudo isto são excepções. A excepção criada pelos Açores, de forma camuflada, ao dar compensações aos funcionários públicos para não serem afectados pelo corte de 5% no salário a nível nacional, leva-nos a pensar que a unidade do País é uma ficção. Isso é sentido por boa gente ligada ao Governo, como se vê pelos artigos de que se seguem os links : César vs Sócrates,Socialistas criticam falta de solidariedade dos AçoresGoverno não tem poder para travar subsídio aos funcionários públicos dos AçoresSócrates pressiona posição do Tribunal Constitucional,  Sócrates demarca-se de Carlos César nas compensações.

Numa conversa de café, ouvi: o que eles precisam é que se lhes imponha a independência já, mas com a condição de, posteriormente, não se lhes dar o apoio que tem sido dado a Timor. Quem sabe organizar petições organize já uma para que o assunto seja debatido no Parlamento. Onde está a unidade do Estado, a autoridade do Poder Central sobre todo o País? É certo que a independência contraria a actual Constituição, mas que se altere esta, de acordo com as realidades e a vontade dos Açores.

A excepção até pode estar coberta pela lei feita pelos políticos competentíssimos que temos tido. Mas não cheira nada bem.

Imagem da Net