
Não se pode ignorar que Passos apelou para a «união nacional e para o consenso e o compromisso, mas agora declara que quer «governar« no estilo «orgulhosamente sós contra os ventos irreversíveis da história», lema de Salazar que o impediu de manter o Império Português em paz e desenvolvimento, e que obrigou a suportar os custos da guerra e acabou por forçar à solução vergonhosa da descolonização feita por Mário Soares.
Passos com a legislação do secretismo acerca dos benefícios de políticos e, agora, com a recusa do apoio do PSD para o cautelar , sem acordos com outros partidos e, portanto, sem a colaboração dos cidadãos, além do «orgulhosamente sós», «custe o que custar», evidencia um totalitarismo antidemocrático que nada beneficia o País.
Esquece que foi eleito para defender os interesses de Portugal, isto é dos cidadãos, da população, através da melhoria das das condições de vida e doo património Nacional. Essa foi a vontade dos cidadãos ao votarem. Não deve fechar-se no egocentrismo , na prepotência vaidosa, porque nem sequer há motivo para vaidade. E o que é mais chocante é o argumento de que o eventual programa cautelar durará um ano e não exigirá apoio do PS, o que significa que se considera dono de Portugal e durante um anos pode estragar o que quiser sem atender a união nacional, nem a compromisso nem a consenso com os portugueses e seus representantes eleitos.
E convém não tratar os portugueses de piegas, porque podem ousar mostrar que não o são.
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