sexta-feira, 8 de novembro de 2013

PESSOAS ADMIRADAS E RESPEITADAS 06


Ao pensarmos em António Elísio Capelo Pires Veloso somos forçados a reflectir em qualidades de liderança, de condução de pessoas em ambiente consciente, de confiança, de dedicação, de interacção e de trabalho de equipa.

Ser chefe é consequência de nomeação ou de concurso. Mas ser líder é aplicar capacidade natural, que pode ser desenvolvida e aperfeiçoada, para conduzir uma equipa, como um corpo único em que cada membro deve agir em sintonia com o conjunto para a obtenção do melhor resultado desejado por todos.

Após o 25 de Abril, actuou com serenidade e eficácia na governação de S. Tomé e Príncipe e, depois, foi incumbido de comandar a Região Militar Norte em que evidenciou dotes notáveis no contacto com os militares independentemente de postos, com as populações sem descriminação, com as autarquias e com os parceiros sociais. Devido à aceitação pelo povo e aos seus sentimentos patrióticos e humanos deram-lhe a alcunha de «vice-rei do Norte».

Depois de ter passado à aparente passividade da vida privada, não deixou de se manter informado sobre a vida nacional e é frequente circularem por e-mail textos seus que mostram que a sua opinião deve ser ouvida para a escolha da melhor forma de recuperação do Portugal que queremos para amanhã.

Imagem do Google

2 comentários:

Luis disse...

Amigo João,
Estou de acordo contigo nesta procura de "GENTE SÉRIA E CAPAZ" para os envolver na missão moral de levarem PORTUGAL ao bom caminho! Sei que apesar de poucos ainda os há e nesse sentido tudo devemos fazer para que ELES venham a tomar as rédeas da Governação e possam juntar os cacos que, até agora, os (des)governantes fizeram! Há que pôr fim a todos estes desmandos se quisermos que os nossos Netos e Bisnetos possam viver num PORTUGAL INDEPENDENTE!
Um forte abraço amigo e solidário

A. João Soares disse...

Caro Amigo Luís,

Muito pela visita e oelo incentivo.
Portugal é o somatório de todos nós, pelo que ninguém se deve abster de o ajudar a sair da recessão moral e económica e melhorar a vida colectiva, principalmente daqueles a quem ela é difícil e quase insuportável.
Com pequenos conselhos, sugestões e boas acções de cada cidadão, Portugal voltará a ser um país estável e auto-suficiente.

Ninguém deve ficar de braços cruzados à espeta de milagres. Estes serão o resultado das nossas atitudes e do nosso comportamento.

Abraço
João