Mostrar mensagens com a etiqueta Viçoso Caetano. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Viçoso Caetano. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Viçoso Caetano - Links

Depois das poesias mais recentes de Viçoso Caetano, o poeta de Fornos d’Algodres, vários visitantes me disseram que gostariam de consultar as já publicadas, sem terem de perder muito tempo na pesquisa. Realmente, verifiquei que não era fácil encontrar todos os poemas, por não ter havido uniformidade nas etiquetas. Tal dificuldade está ultrapassada e, para maior comodidade, coloco aqui os links para abrir de imediato qualquer dos poemas, bastando fazer clic sobre o seu título.

O poeta Viçoso Caetano merece esta atenção.

Ser Militar
Desabafo
Homenagem a Hugo dos Santos
Terrível Profecia
Às Armas !!!!
Manifesto Anti Esquerda
Amigos e Companheiros, poema de Viçoso
Saramago
Pensar melhor
Eleições 2009
CART 566-RAP 2
Presidência Portuguesa da UE
De Belém
Reflexões
Trova do vento que passa
Conversa fiada
Portugal, diz Presente!!!
Que se passa?
Ao Combatente do Ultramar Português
Reflexões
A (Minha) Mensagem
Democracia

domingo, 12 de junho de 2011

De Viçoso Caetano - Desabafo


Esta canalha vil, reles, espúria,
Que arrastou nossas gentes p´rá penúria,
P´ró desemprego, p´rá fome, p´rá miséria,
Deveria ser presa ou deportada,
P´rá acabar de vez com tanta incúria,
Que deixou esta Pátria quase funéria,
Sonâmbula, macambúzia, destroçada.

Corja de mentirosos e trafulhas,
Uns mais vigaristas, outros pulhas,
Adamastores de boca fedorenta,
Carteira recheada, suculenta,
Qu´a via p´ró socialismo abarrotou.

Verdadeira praga ou cataclismo,
Cáfila de dromedários e camelos,
Herdeiros directos do charlatanismo,
- A roçar p´lo analfabetismo –;
Imbecis a falar p´los cotovelos.
Sem conteúdo, sem substância, sem um fim.
- Qu´os problemas sérios, esses sim,
Terão que ser, outro a resolvê-los ! –

Esmolando, mundo fora, rastejando,
Caídos no buraco da insolvência,
Sem apelo nem agravo e só dum trago,
Qu´os cinco quintos dum zero esquerdeado,
Transformaram nesta funesta indigência.

E aqui me quedei a meditar:
No passado glorioso e imperial,
Na grandeza qu´então tinha Portugal,
No respeito qu´infundíamos ao Mundo.
Na bandeira onde a esfera armilar,
Drapejando por todo esse imenso mar,
(Guinéu, maubere, landim, bailundo)
Nos fazia a alma revibrar,
Nos penetrava o coração até ao fundo !

E não resisti a comparar:
A Honradez, a Dignidade, a Inteligência,
A Nobreza de carácter, a Eloquência,
A Seriedade, o Respeito, a Competência
E o Patriotismo desse excelso SALAZAR,

Com esta negregada pestilência,
Dos herdeiros vencidos d´Alcácer Kibir
(Sem passado, sem presente, sem porvir)
Que depois de perdido o ULTRAMAR,
Vêm agora redescobrir o mar…

E deu-me vontade de chorar !!...

Viçoso Caetano
O Poeta de Fornos de Algodres
10Dez2010

NOTA: Embora recente, tem aspecto de premonição daquilo que veio a acontecer no nosso Portugal. Não era difícil «adivinhar»!
Mas a «pestilência» ainda não acabou, como se pode ver numa
notícia de ontem no PÚBLICO.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Poesias de Viçoso Caetano, Links

Depois das poesias mais recentes de Viçoso Caetano, o poeta de Fornos d’Algodres, vários visitantes me disseram que gostariam de consultar as já publicadas, sem terem de perder muito tempo na pesquisa. Realmente, verifiquei que não era fácil encontrar todos os poemas, por não ter havido uniformidade nas etiquetas. Tal dificuldade está ultrapassada e, para maior comodidade, coloco aqui os links para abrir de imediato qualquer dos poemas, bastando fazer clic sobre o seu título.
O poeta Viçoso Caetano merece esta atenção.

Amigos e Companheiros, poema de Viçoso
Saramago
Pensar melhor
Eleições 2009
CART 566-RAP 2
Presidência Portuguesa da UE
De Belém
Reflexões
Trova do vento que passa
Conversa fiada
Portugal, diz Presente!!!
Que se passa?
Ao Combatente do Ultramar Português

Amigos e Companheiros, poema de Viçoso


AMIGOS E COMPANHEIROS

O País de marinheiros
D´heróis e conquistadores
Onde Inês morreu de amores
E Camões cantou louvores;

O País ensoalheirado
À beira-mar plantado
Que tem a areia mais fina
Com a água cristalina
E beleza quase divina;

O País de todos nós
Onde o sol nunca se punha,
Com ouro às toneladas,
Instituições respeitadas
Geridas por mãos honradas,
Patriotismo às carradas
- Deus é minha testemunha –
Orgulhosamente sós
Significando altivez
Vaidade em ser português
Honrando nossos avós !

O Portugal d´outras eras,
- agora lançado às feras –
Está mesmo no fim da linha
Onde exangue se definha !

Hoje, quando olho à volta
Sinto enorme revolta !

Vejo um País democrata
Atirado p´rá sucata.
Um País sem substância
Onde impera a jactância
Em primores de ignorância,
E onde tudo acontece.

Até a Educação
Já se escreve com “S”
E a juventude rasca
Vai p´rá escola vestida
Como se fosse p´rá tasca !


Um País onde a Justiça
Anda a dormir com preguiça,
A premiar malfeitores,
Ladrões e salteadores,
Corruptos e vigaristas,
Desertores e arrivistas,
E outros oportunistas
Como alguns camaleões,
Cambada de rufiões
Corja de laicos poltrões,
Súcia de parlapatões,
Uns coveiros de nações !

Vomitam ódio e inveja
Anti-Cristo, anti-igreja
Anti tudo o que não seja
D´acordo com seus programas.

Uma récua de sacanas,
Tinhosos e fraudulentos,
Raivosos e lazarentos,
Pseudo-intelectuais
- P´lo que aprendem nos jornais –
Muitos homossexuais,
- Aos saltinhos e aos ais….
E uns quantos desgravatados
- Uns tristes, pobres, coitados –
Que como os gatos pingados
Vêm aos restos mortais….

Falta o grupo de rapazes
Com tendência p´ró sinistro
Que de nada são capazes
- a não ser colar cartazes –
E hão-de chegar a ministro !

Gente em tudo pamonha
Sem bases e sem vergonha
Que nasceu contra-vontade
Quando o aborto era crime.
Co´a nova lei aprovada
- que nesse ponto a redime –
Já não nasce mais cambada
- que é desde logo abortada –
P´ra Portugal renascer
E tornar a vir a ser
A "velha" Nação sublime !

Viçoso Caetano
( O Poeta de Fornos de Algodres )
29Jan2010

Saramago, poema de Viçoso

J. Saramago
(poesia de Viçoso Caetano, o poeta de Fornos d'Algodres)

É José, mas não é São,
É Sara e ninguém diria,
É Mago e não faz magia
Sendo ateu por opção,
Já que nunca a Bib…lia !

Dizem qu´escreve umas coisas
Sem fazer pontuação.
Será falsa afirmação
Mas é o qu´ouço dizer.

Eu nunca li nada dele
Nem faço tenção de ler,
Essa promessa solene
Aqui vos quero fazer.

É comuna e não parece
Pois gosta do capital
Que lhe entra no bornal.
Quando lhe cheira a “pilim”
Logo o partido esquece
e até reza uma prece,
Até faz….. Caím, Caím

NOTA: O autor pode parecer intolerante, mas é homem de letras e patriota!!!