sexta-feira, 13 de maio de 2011

Eduardo Catroga em «speed»

Não há homens perfeitos; muito menos na política !

A idade merece respeito mas nem todos os idosos merecem consideração. Catroga é um tipo viciado nas manhas da politiquice. Pertence a uma geração que já tem pouco a perder ou só pode perder durante pouco tempo, enquanto um jovem tem à sua frente o maior tempo da sua vida e, por isso, tem mais razões e motivação para se preocupar com o futuro de Portugal. Espanta que Passos Coelho que parecia ir dar energia da juventude ao seu partido tenha feito esta má aposta ao escolher um idoso que pertence à geração que destruiu os recursos de Portugal, tendo em seu redor jovens economistas competentes e que evidenciam serenidade e competência, sem «speed».

Vale a pena passar os olhos pelas seguintes notícias:

- Catroga diz que anda “acelerado”
- Linguagem de Catroga gera polémica
- Passos Coelho: «Catroga usou expressão pouco feliz»
- As gaffes de Eduardo Catroga: veja aqui!
- Catroga: «30% para o actor Sócrates? Devia ter 10%»
- Ver video da gaffe



Recebi, por e-mail, o seguinte comentário:

“Depois de duas horas e meia em que Eduardo Catroga ficou à solta, em delírio perante os jornalistas, pensava-se que Passos Coelho tinha percebido que o barato sai caro. Que comprar em saldos na loja dos trezentos do cavaquismo não tinha compensado. …
… Diz-se, sobre a política nacional, que já ninguém ganha eleições. Há apenas quem as perca. Geralmente quem está há algum tempo no governo. Desta vez pode ser diferente. Porque, enquanto o PS mata o País com a crise, o PSD parece estar apostado a matar o País de riso.”
Quem isto acaba de afirmar poderá estar bem enganado. É só observar como esta gente se delicia no embaraço da pentilhação…

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Parcerias Público-Privadas



Este documento é útil para compreender a história recente e a criação da crise económica, financeira e social em que estamos atolados. As maiores vítimas serão as gerações mais jovens que receberão como herança uma dívida demasiado pesada. E isto acontece sem ter havido um terramoto, um tsunami, ou uma guerra.

Cavaco e o desenvolvimento


O desenvolvimento é o resultado de uma boa governação suportada por estruturas eficazes de educação, saúde e Justiça e da capacidade dos diversos sectores económicos, com bons factores de competência administrativa, técnica e de trabalho. O conjunto de agentes activos nestes variados campos deve ser organizado e estimulado, tendo sempre em vista a criação de condições de desenvolvimento para gerar uma vida melhor para o cidadão comum.


Segundo a notícia do PÚBLICO Produzir melhor, Cavaco Silva, na visita à Ovibeja, disse palavras de bom senso: "É essencial para Portugal produzir mais e produzir melhor", sublinhou Cavaco, garantindo que assim será possível reduzir o "desequilíbrio" e as "necessidades de financiamento externo" do País, além de se dinamizar "os espaços rurais" e criar mais emprego.

Já noutras ocasiões referiu a importância de aumentar as exportações e dinamizar a produção interna por forma a reduzir as importações, do que resultaria a redução da balança comercial e a dívida que tanto nos está a preocupar.

Mas não pode ficar pelas palavras, tem que dar exemplos, tem que ser coerente com elas. Por exemplo, será que as comendas que irá conceder em 10 de Junho serão convergentes para este objectivo? Ou irão cair, como de costume, nas actividades de ócio ou em serviços públicos com muita despesa, muita burocracia, corrupção e sem produtividade, pouco ou nada contribuindo para o desenvolvimento no significado mais prático para o quotidiano e o futuro, como agora se pretende?

Seria mais coerente que condecorasse empresários que mais exportam, que mais impostos pagam, que mais empregos dão, que maiores salários pagam (sem contar com os administradores e os mais altos gestores).

Esperamos que os seus múltiplos assessores saibam encontrar a melhor solução para estimular o desenvolvimento de Portugal, pensando nos portugueses comuns.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Sócrates acusa, acusa, acusa…


Um governante, em regime democrático autêntico, deve canalizar todas as suas energias para governar, isto é, para desenvolver o País em todos os seus sectores para bem dos cidadãos comuns. Mas, pelo contrário, estamos perante pessoas que, em vez de serem construtoras de um Portugal melhor, são demolidoras, desgastando as suas energias e as do País em «fait-divers» para vaidade pessoal e pouco mais.


Em reflexões deste tipo, os seguintes três títulos de notícias são preocupantes:




Sócrates, a fazer crer na veracidade destes títulos, em vez de governar e de planear medidas de futuro, «acusa», faz papel de oposição em relação ao principal partido rival.

Até parece um mau prenúncio para o PS, podendo pensar-se que o subconsciente, habituado a laborar com base em fantasias e dados ilusórios, está já a preparar-se para voltar a ser oposição ao PSD como se este já tivesse assegurada a vitória nas próximas legislativas. Sr. Sócrates, deixe de denegrir os outros e procure mostrar aos portugueses que o PS merece o voto dos eleitores. Talvez, agindo pela positiva e apresentando medidas eficazes para eliminar as causas da crise, seja capaz de fazer esquecer as desgraças que nos tem trazido e de dar uma nova esperança, bem fundamentada, por melhores dias1

Depois, quando for oposição, então acuse o governo como já fez com muita acutilância, como se vê pelos vídeos que se seguem. Não se preocupe em treinar com tanta antecedência. Ainda não é oportuno fazer isso.



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domingo, 8 de maio de 2011

Saúde mental de Sócrates


Num comentário em O pastor da IURD, uma visitante disse «chego a duvidar da sanidade mental do indivíduo». Muitas vezes penso: este fulano devia ser submetido a um exame mental. É que as atitudes dele ultrapassam tudo o que é razoável e/ou aceitável.


Tem que haver ali uma certa dose de loucura. Só assim se pode compreender como ele muda do dia p'ra noite.»

É certo que os comentários de blogues nem sempre merecem credibilidade objectiva, mas este vem conjugar-se com o que consta do artigo Mendes acusa Sócrates de mentir sobre ausência de Teixeira dos Santos no 25 de Abril e na parte final deste Sócrates e a boa educação.

Tendo havido quem citou a palavra esquizofrenia, a Wikipédia diz que ela é hoje encarada não como doença, no sentido clássico do termo, mas sim como um transtorno mental, podendo atingir diversos tipos de pessoas, sem exclusão de grupos ou classes sociais. A esquizofrenia insere-se no grupo das psicoses e traduz-se em alterações do pensamento, alucinações (visuais, sinestésicas, e sobretudo auditivas), delírios e alterações no contato com a realidade. Junto da paranoia (transtorno delirante persistente) e dos transtornos graves do humor (a antiga psicose maníaco-depressiva, hoje fragmentada em episódio maníaco, episódio depressivo grave e transtorno bipolar).

E o problema aparece com mais acuidade quando se vêm os vídeos seguintes:


Se está doente, desejo rápidas melhoras e completa recuperação.

Imagem do Goocle

Facetas do poliedro nacional


A vida nacional está confusa, constituindo um poliedro irregular com múltiplas faces todas diferentes, eivadas de interesses próprios de cada facção, embora entre elas haja pontos comuns.



Vale a pena ver as seguintes notícias que referem afirmações de pessoas notáveis na vida nacional, por pensarem e saberem emitir as suas opiniões, sobre as diversas situações nacionais:

BE e PSD excluem coligação com PS de Sócrates:

BE e MRPP motram muitos receios acerca da intervenção da «troika»:

No entanto, apesar destas opiniões de pessoas que pensam, surgem, ocasionalmente, os anónimos ao serviço de alguém como o caso dos Comentários de anónimo Leandro-Bernardo. Vale a pena ler até ao último comentário deste «senhor» para ver até onde chega o amor ao «querido líder».

Como estamos em vésperas de eleições, há que estar com atenção aos pequenos sinais e reflectir sobre o contributo lógico, racional e patriótico, a dar no acto de votar.

Imagem do JN