domingo, 27 de setembro de 2015

PAPA ALERTA PARA DINHEIRO, ECONOMIA, LUXO E PODER



O VIL METAL constitui amarras que sujeitam o ser humano como se fosse uma fera perigosa ou um salpicão, retirando-lhe o pensamento e a acção mais correctos no seu relacionamento com os seus semelhantes.
Civismo, no sentido de respeito pelos outros, tornou-se coisa obsoleta.
Para compreendermos as forças que estão a estrangular a humanidade, convém aplicarmos alguns minutos de reflexão aos seguintes três artigos publicados no Diário de Notícias:

Em 16-05-2013:
Papa denuncia culto do dinheiro e ditadura da economia

Em 22-09-2013:
Papa critica um sistema económico que idolatra o dinheiro

Em 04-02-2014:
Papa Francisco condena o luxo, o dinheiro e o poder

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

POR FAVOR, AJUDEM-ME A COMPREENDER.

DÉFICE: «Num orçamento, o défice ocorre quando os gastos ou despesas superam os ganhos ou receitas. Nesse caso, "falta" dinheiro para a receita igualar a despesa, e o orçamento é chamado "deficitário"».

DÍVIDA: «Dívida governamental ou dívida pública é o termo usado para descrever o endividamento de qualquer divisão administrativa, desde uma vila até um país. A dívida do governo de um dado país também é chamada por vezes de dívida nacional».

Parece haver uma ligação consequente entre estes dois conceitos. Os sucessivos DÉFICES traduzem-se obrigatoriamente em aumento da DÍVIDA. Mas esta é indesejada ao contrário do défice que é aceite, tolerado, embora alguém venha dizer, com ar pretensamente didáctico, que é apenas uma CONTABILIZAÇÃO.

Realmente a contabilidade trata do DEVE/HAVER, do DEFICIT e do SUPERAVIT.
Por favor, não lancem a confusão e a fumaça no espírito das pessoas.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

INTELIGÊNCIA SURPREENDENTE !!!! INACREDITÁVEL !!!!!

Transcrição de e-mail de amigo que muito admiro:

«ERA DE ILUMINADOS

O irmão Constâncio raiou esta manhã a arengar sobre a horda que invade a Europa. Um frete por dever de obediência que a emissora nacional não resumiu melhor:
O vice-presidente do Banco Central Europeu admite que as taxas de desemprego são elevadas e defende que os imigrantes são vitais para manter a força de trabalho (R.T.P., 16/IX/15).

É vital manter a força de trabalho de 26 milhões e meio de pessoas desempregadas?!... Que raio de iluminação!»

NOTA: 

Nem coloco fotografia do iluminado por ter muitas dúvidas de quem CONSTA sob aquele conhecido apelido. Se PORTUGAL tem uma enorme força de trabalho parada, qual o objectivo de a aumentar com mais uns milhares de arrivistas? Parece que a solução menos estúpida seria uma sugestão que criasse, de repente, emprego para os actuais desempregados, a tal força de trabalho parada. Sem dúvida que os refugiados precisam da solidariedade das pessoas e têm o estrito dever de ser merecedores dela, mas é preciso ser sensato nos argumentos utilizados

sábado, 22 de agosto de 2015

DITADURA MUNDIAL CONTROLARÁ REBANHO HUMANO




Os acontecimentos já conhecidos e referidos no vídeo e aquilo que já se vislumbra tornam credível este programa.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

NAS PRIVATIZAÇÕES QUEM BENEFICIA É O PRIVADO

Não pode haver dúvidas que NAS PRIVATIZAÇÕES QUEM BENEFICIA É O PRIVADO e não o Estado. As empresas que se interessam numa privatização não são a isso obrigadas, são conscientes dos benefícios que isso lhes traz. Normalmente, os seus gestores são experientes e, para não correrem risco de fracasso, socorrem-se de consultores válidos. Passa-se com elas o contrário do que vemos na máquina estatal, em que muitos dos seus «profissionais» são pessoas que, na vida privada, seriam nódoas sem capacidade de sucesso.
Texto de comentário noartigo «Há um padrão nas privatizações que beneficia os privados» 

CRIAR EMPREGO NÃO É FUNÇÃO DO ESTADO


Quem cria emprego são as empresas bem geridas com capacidade de expansão. E para as empresas progredirem tem que haver pessoas com poder de compra, trabalhadores com saúde, e motivados para trabalhar com perfeição e dedicação. Os empregos criados pelos governos são uma PESTE para os portugueses porque se resumem em colocar os «pestinhas jotinhas» mais subservientes e que nada sabem fazer em tachos que nós pagamos. Isso traduz-se apenas num brutal esbanjamento de dinheiro público até porque todos vão ganhar cerca de 5.000 euros muitos com carro do Estado, mordomias, e aumentam o tráfico de influências e a corrupção. Isso tem sido feito pelo actual Governo, apesar de ter aliviado o património nacional.

Texto escrito num comentário ao artigo transcrito no Facebook com o título «PS prevê 207 mil novos empregos no final da próxima legislatura»