domingo, 21 de junho de 2015

AMBIENTE, DESFLORESTAÇÃO E EXTINÇÃO EM MASSA


A humanidade encontra-se perante um processo de extinção massiva da vida na Terra, podendo o ser humano também desaparecer. Os interessados podem consultar várias notícias das quais cito http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/06/humanidade-esta-provocando-sexta-extincao-em-massa-da-terra-diz-estudo.html e http://www.noticiasaominuto.com/mundo/408748/mundo-esta-iniciar-6-extincao-em-massa-homem-pode-desaparecer

O ser humano tem contribuído para isso com a desflorestação e com as alterações climáticas devido à poluição e a outros desmazelos com o AMBIENTE.

Acerca da desflorestação, devemos ter consciência de que a floresta nos tem merecido pouca atenção, sendo considerada como simples processo natural desde o seu aparecimento até à sua destruição pelos incêndios que surgem, por descuido ou intenção criminosa, na época estival. Não surge por planeamento, não é cuidadosamente mantida e sustentada, a não ser em casos muito excepcionais como algumas matas nacionais.

Quanto aos fogos florestais, já aqui foi referido por diversas vezes o desleixo na sua prevenção e a incapacidade no combate oportuno e rápido, quando ainda basta um copo de água ou um pequeno balde para extinguir o foco inicial.

Há poucos meses um jovem amigo disse que estava a preparar uma tese de mestrado, em que defendia a detecção de fogos, por uma rede de detectores de calor instalados em postes elevados, colocados em locais adequados da região, por forma que a chama de um fósforo seja detectada e rigorosamente localizada por três detectores que comunicam instantaneamente a um centro regional, o qual envia imediatamente uma pequena equipa com material para o apagar.

Mas, em vez desta solução ao alcance da tecnologia existente, e de baixo custo, os nossos inteligentes, movidos por interesses por vezes suspeitos, resolveram gastar milhões em helicópteros que cedo mostraram a sua falta de qualidade e eficiência. http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/anpc/protecao-civil-sem-helicopteros-kamov.

No entanto a destruição da qualidade ambiental não assenta apenas neste factor, pois em viagem pouco extensa pelas zonas industriais, principalmente da faixa litoral, onde são mais abundantes, deparamos com espessas nuvens de fumo a sair de chaminés de fábricas. E, para além dos fumos há outros perigos para a a saúde do ambiente e das pessoas, como foi constatado na zona de Alverca há poucos meses. http://www.portugues.rfi.fr/geral/20141114-linha-direta

Mas governantes e industriais apenas pensam na contabilidade dos lucros e desprezam os eventuais efeitos nocivos no ambiente. Nada acontece por acaso e elas cá se fazem cá se pagam. E como esta moléstia da ambição do lucro por qualquer forma, não está localizada, antes é generalizada pelo Planeta, daí,  o resultado está a concretizar-se deforma angustiante para quem se preocupa com os vindouros. Certamente, o perigo pode ser minorado através de medidas eficazes em todo o Mundo. Mas podemos esperar que haja uma ONU que seja capaz de enfrentar o problema?

sábado, 20 de junho de 2015

ELEIÇÕES. NÃO DESESPERE. iNFORME-SE O MELHOR QUE PUDER

Para compreender a situação económico-social do País, recolha o máximo de informação que puder. Eis um conjunto de links de notícias que podem ajudar a reflectir sobre o assunto:

Passos assegura que os mais pobres "não foram afectados por cortes nenhuns"

Portugal cria 10.000 novos milionários por ano

OTOC: "Controlo excessivo" do Governo nas facturas vai tornar 2015 "muito confuso"

Receitas de medicamentos com IVA a 23% têm de ser confirmadas no e-factura

Separar facturas na farmácia é "albardar o burro à vontade do dono"

O que tem de fazer com as facturas da saúde?

Só factura autónoma na farmácia garante dedução de saúde no IRS

Novo IRS: Um olho na factura, outro no computador

Escolas públicas discriminadas em relação às privadas nas deduções de IRS

Pedir factura não basta, é preciso dizer quantas quer

Recibos verdes têm de validar cada factura

IRS: O que tem de fazer para garantir todas as deduções a que tem direito

Governo repõe deduções de despesas de saúde com IVA a 23% no IRS

Bruxelas: Cortes nas prestações sociais afetaram mais os muito pobres

Bruxelas critica estratégia orçamental de Portugal

Portugal entre os países mais desiguais e mais pobres da OCDE

Passos responde ao FMI: “Não serão necessárias novas medidas de austeridade”

Governo de garotos com crianças assessoras

Mário Soares e a descolonização

Ganham 2800€/mês, trabalham 4 horas por dia, têm 30 dias úteis de férias, e fazem greve!

"O País está de parabéns". Venham os imigrantes

PS Costa diz que emigração em Portugal "aumentou 126%"

Rui Rio lamenta esquecimento da ética na política portuguesa

Se a dívida da TAP não for paga vão ser os contribuintes a pagar

Bruxelas alerta para desemprego elevado e arrasa resposta à pobreza em Portugal

Professores contratados admitem contestar concursos nos tribunais

Nuno Crato diz que o país vai precisar de mais professores

Fenprof critica aprovação de contratos milionários com colégios

IP Empresa pública gasta milhares em festa de luxo

Programa Parque Escolar soma 68 milhões em indemnizações

terça-feira, 16 de junho de 2015

IDOSOS PRECISAM DE SOLIDARIEDADE



Tenho ido visitar pessoa amiga internada numa Casa de Repouso em CASCAIS e saio sempre preocupado, com as condições do fim da vida de muita gente que, embora se encontre num lar com pessoal carinhoso e eficiente, vive abandonada pelos familiares e amigos que o esqueceram. Há pessoas muito deficientes e afastadas do mundo real, que precisam de receber visitas frequentes de familiares e de amigos.

Por seu lado, as comunicações dos residentes entre si raramente são animadoras, dado o seu estado de saúde mental e desgaste psíquico agravado pelas saudades dos seus anteriores «amigos» conhecidos e familiares que deixaram de lhes dar o indispensável afecto e carinho.

Muitas pessoas que conhecem um destes idosos a quem dirigiam palavras amáveis, de ocasião, provam agora que não sentiam por eles um mínimo de afecto, de amizade. Por vezes, perguntam por eles no café ou no restaurante onde os encontravam, mas não dão um passo para fazer um gesto, um carinho, um afago que anime e melhore a qualidade de vida psíquica da pessoa de quem era suposto serem amigas. Não interessa levar uma guloseima, mas é importante dizer uma palavra amiga, fazer uma carícia na mão ou na face, o que não custa dinheiro. Mesmo quem trabalha o dia inteiro, pode fazer isso, ocasionalmente, depois do trabalho ou no fim-de-semana.

A SOCIEDADE É POUCO SOLIDÁRIA E OS IDOSOS SÃO OS MAIS PENALIZADOS POR ISSO. PENSEMOS NAQUILO QUE GOSTAREMOS DE SENTIR QUANDO ESTIVERMOS EM SITUAÇÃO SEMELHANTE.

Não custa muito, num momento mais livre, comunicar com um conhecido que esteja solitário em casa ou internado num lar e transmitir-lhe uma palavra de conforto, de amizade, de afecto que o ajude a enfrentar com mais ânimo as suas dificuldades. E, numa visita a uma casa de repouso ou lar, procurar transmitir afecto também a outros residentes.

É preciso alertar na Internet as pessoas para tal necessidade de solidariedade. Devemos procurar melhorar a afectividade da humanidade.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

PÁSCOA, PRIMAVERA, RENOVAÇÃO, ESPERANÇA DE MELHOR FUTURO

Aproveitemos a festa da Primavera para rever os melhores Planos de vida harmoniosa


No primeiro fim-de-semana após a primeira Lua Cheia depois do equinócio da Primavera, festeja-se a chegada do semestre mais quente, das flores, do desabrochar da Natureza. É altura de dar morte a tuto o que é erva daninha, prejudicial, contrário à boa qualidade de vida das pessoas e da sociedade, limpar a casa retirar inutilidades que ocupam espaço e absorvem energias.

Depois é preciso fazer renascer, reabilitar os valores que nos podem ajudar a ter uma vida mais pacífica, harmoniosa e justa e que têm andado desprezados, pisados pelas ervas daninhas. Primavera é renascimento. Páscoa é Ressurreição.

Olhemos à nossa volta com lógica, com racionalidade, e separemos o Bem do Mal e sepultemos o mal, para, em vez dele, termos o Bem, em cima de um pedestal para nos iluminar o horizonte a fim de podermos eleger o bom caminho para um Futuro melhor. Mesmo que o presente seja difícil, devemos aceitá-lo, com o propósito de, em breve, o substituirmos por dias melhores.

Mas não esperemos que este resultado nos caia no prato da sopa sem algum esforço da nossa parte. Nada nos é dado gratuitamente a não ser a desgraça, precisamos de lutar contra a apatia, os hábitos fáceis, para depois, como resultado de tal luta, virem dias melhores.

Aproveitemos a Páscoa para varrer a casa e eliminar todo o lixo e o que é nefasto.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

VIVER É MUDAR. É INOVAR


A cada passo é preciso ver onde se vai colocar o pé. Mas é preciso correr riscos e evitar a estagnação, a putrefacção, o pântano pestilento. O pântano é a morte da água corrente que, pelo rio, ia torneando e galgando os obstáculos até que teve que parar. E o resultado foi a morte pestilenta. Parar é morrer.
Esta lição foi aplicada pelo povo grego recentemente e, segundo a notícia,por um casal agarvio que apostou na «produção biológica de ervas aromáticas». Desejo-lhes muito êxito e felicidade, pois «quem não arrisca não petisca» E a inovação contém o segredo do êxito na sociedade do futuro.

Ver a seguinte notícia:

Produção biológica de ervas aromáticas é aposta de casal no Algarve
Por Jornal i com Agência Lusa publicado em 22 Fev 2015 - 13:30

“O bancário está em vias de extinção e nós pensámos aproveitar os terrenos que tínhamos de família”

Um jovem casal está a apostar na produção biológica de ervas aromáticas e medicinais numa exploração situada no barrocal algarvio, onde tem já plantados 80 mil pés de 31 espécies diferentes de plantas.

A maior parte da plantação, localizada no Cerro do Monteiro, em Estoi, é ocupado pela malagueta cayenne, mas há também tomilho-cabeçudo, tomilho-limão, segurelha, hortelã-pimenta, erva príncipe, salva, manjerona e nêveda, pouco conhecida, mas típica do Algarve, contaram à Lusa Laura e Nuno Dias.

Ex-bancária, Laura decidiu largar a profissão para se dedicar a tempo inteiro à empresa Dias de Aromas - sediada em São Brás de Alportel, embora a exploração se situe no concelho vizinho de Faro -, enquanto o marido, Nuno, ainda se divide entre o projeto de agricultura biológica e o emprego que tem na área do turismo.

“O bancário está em vias de extinção e nós pensámos aproveitar os terrenos que tínhamos de família”, explicou Laura, lembrando que tudo começou quando pensaram que, dado o cenário de crise a nível nacional, seria bom terem um plano alternativo às suas carreiras profissionais.

Em 2013 começaram a trabalhar os terrenos dos avós e a preparar a exploração biológica de ervas aromáticas e medicinais, mas só arrancaram com a produção entre julho e agosto do ano passado.

Durante a preparação do terreno, perceberam que existiam vários pés de nêveda (planta da mesma família da hortelã e da urtiga), também chamada de erva-das-azeitonas, que antigamente era usada no Algarve para temperar as azeitonas e os caracóis.

“Ela é espontânea aqui no Algarve. É pouco conhecida, mas estamos a tentar espoletar o seu conhecimento e consumo” explicou Laura Dias, observando tratar-se de uma erva que combina muito bem com o azeite.

A intenção inicial era vender ervas aromáticas e medicinais secas em grandes quantidades para exportação, mas o casal rapidamente percebeu que não ia obter a rentabilidade que pretendia.

Assim, optaram por criar uma imagem e marca próprias, que estão a colocar no mercado nacional com ervas aromáticas secas e frescas.

A exportação continua “na mira” do jovem casal que já está a tentar colocar os seus produtos em bancas holandesas e alemãs. Em busca da diversificação do potencial do projeto, o casal começou a organizar ‘workshops’ temáticos, ensinando, por exemplo, a fazer bombons de ervas aromáticas e promovendo visitas turísticas guiadas à exploração.

Quem visita o espaço é ainda surpreendido por um avião encomendado por ingleses ao Canadá durante a 2.ª Guerra Mundial, mas que se despenhou no Algarve antes de combater.

“É interessante e é mais um factor a jogar a nosso favor”, observou Nuno Dias, que ainda não tem uma noção clara da sua capacidade de produção, mas acredita que chegará a dezenas de milhares de euros anuais

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CRITICAR AS MUDANÇAS, É DE VELHO DO RESTELO

Não posso alinhar cegamente com críticas severas às mudanças, à aventura anti-troika, ocorridas na Grécia. Tais críticas parecem baseadas na hipótese fantasista e egocêntrica de que nos encontramos no cume da perfeição humana, social e política e que não vale a pena procurar mudar para melhor porque nada existe de mais perfeito do que as «regras actuais». Se tal conservadorismo, inacção, acomodação e aversão a mudanças, existisse desde os primórdios da Humanidade, estaríamos ainda na era da Pedra Lascada.

Viver é mudar e a mudança acarreta sempre sacrifício, no mínimo, para deixar velhos hábitos e criar outros novos. Criticar mudanças será condenar os pontos mais salientes da nossa história, independência nacional, descobrimentos, 1º de Dezembro, 10 de Outubro, 26 de Maio, 25 de Abril… É certo que nem sempre os herdeiros das mudanças mereceram o risco da aventura e não souberam aproveitar da melhor forma as oportunidades surgidas, para benefício dos cidadãos, da liberdade com responsabilidade, para o desenvolvimento cultural e social. Mas o mundo viveu assim e por isso surgiram novas tecnologias nos transportes, nas diversas indústrias, nas comunicações, até se chegar à globalização, e isto não parará, pois a velocidade de progresso será cada vez maior.

Sem mudanças cai-se em estagnação pantanosa, com vícios de exploração dos mais fracos em benefício dos mais poderosos que se tornam cada vez mais prepotentes e arrogantes e destroem a vivência social, criando condições para terríveis catástrofes sociais, hoje, altamente perigosas para vidas humanas e património material, histórico e natural, devido ao moderno armamento de destruição maciça, existente.

Em vez de criticar obcecadamente, será melhor ajudar, com conselhos e apoios à adopção de medidas que contribuam para animar e estimular uma sociedade mais produtiva e socialmente justa, disposta a um desenvolvimento activo e promissor de um futuro mais brilhante, para construir um Mundo melhor

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