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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Quem ainda não tem tacho levante o braço !!!


Os partidos, quando no Governo, sentem-se autorizados a seguir as piores pegadas do anterior. O actual executivo já está a esgotar a oferta disponível de candidatos a tachos, «os «boys» que ainda não têm tacho levantem o braço» E à falta de outros, leva para administrador da Águas de Portugal um autarca do interior que deve à empresa sete milhões de euros!!!



E isto acontece com um PM que durante a campanha eleitoral prometeu “que não queria ser eleito para dar emprego aos amigos e libertar o Estado dos poderes partidários”. Mas as circunstâncias, tal como noutros casos, levaram-no a renunciar às promessas e obedecer às pressões dos «boys». Chamam a isto «política» !!!


O deputado José Junqueiro promete enviar um requerimento a Passos Coelho questionando-o sobre
- se se sentia “confortável com a avalanche de nomeações de amigos”,
- e especificamente sobre como encarava a situação de Frexes passar de “devedor a administrador”,
- e ainda quais os “critérios” tidos em conta para as nomeações para aquela empresa.

Imagem do Google

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Marques Mendes persiste e insiste

Em 7 de Outubro de 2010 Luís Marques Mendes, consciente de que a principal causa da crise era o excesso de despesas inúteis em institutos fantasma que apenas serviam para dar emprego a «boys», apresentou uma lista de institutos públicos que podem ser extintos.

Passados onze meses e tendo havido mudança de Governo, apresenta uma longa lista que é uma nova edição daquela, a fim de ajudar o Governo a olhar para este problema incontornável.

Esperemos que a lista seja devidamente utilizada para bem dos portugueses, colectivamente.

Foto de arquivo

sábado, 27 de agosto de 2011

Continuam «boys» com «jobs»

O actual Governo «já fez 492 nomeações para os gabinetes dos ministros e secretários de Estado, com custos salariais superiores a 1,5 milhões de euros», conforme notícia do JN. Diz a notícia que Miguel Relvas «já nomeou 65 pessoas, com custo global de mais de 150 mil euros».

Isto mostra que mudou o partido no Governo mas não mudaram os vícios antigos em que, como agência de emprego, é preciso criar «jobs for the bois» embora se afirme que hão-de (promessas) fazer corte «histórico» nas despesas do Governo.

Seria aceitável se os 492 nomeados, sem concurso público, fossem competentes e agissem no melhor sentido dos interesses nacionais. Mas receio que entre eles haja vários como o(a) anónimo(a) Manuel, a receberem lautas remunerações para executarem actos menos dignos. Este ou esta (na ficha de blogger não indica sexo) deve ter recebido ordem para incomodar o bloguista «Mentiroso» num seu post que não é agradável ao PM, para isso criou ficha no Blogger (vale a pena vero perfil nela constante) a fim de ter mais credibilidade e não ser um simples anónimo. Chamou ao autor cobarde, anónimo, com mau carácter e com um ego mal criado e classificou de calúnia e difamação o escrito, mas acabou por admitir que o PM não seja um Santo. É estranho que não tenha procurado saber mais acerca do autor através da ficha deste bloguista, da quantidade de blogs em que colabora e o seu conhecido estilo, forte mas bem apoiado em factos.

Fez apenas três comentários e no terceiro, mostra o receio de que em breve «os amigos criminosos da esquerda voltarão ao poder» e faz uma alusão ao «Júlio de Matos» que eventualmente conhece por dentro.

Fez-me recordar um «boy» do PS que se identificou também com fichas do mesmo género como Leandro numa e Bernardo noutra, mas que mostrou mais inteligência, coerência e capacidade de argumentação ao longo de 8 comentários. O(a) Manuel não conseguiu ir além de três em que mostrou o nulo valor que tem.

Mas com este estilo ou com outros, para tarefas como esta ou outras, a notícia diz que Portugal gasta dos nossos impostos 1,5 milhões de euros com 492, especialistas ou assessores ou «boys» ou «girls», nomeados sem concurso, por amiguismo, clientelismo ou conivência.

Continuamos à espera do cumprimento das promessas feitas e repetidas. Esperamos medidas inovadoras que venham a ser históricas no melhor significado. Das que já são históricas, não desejamos a repetição por nos terem conduzido à crise.

Imagem do Google

domingo, 7 de agosto de 2011

Assessores com remuneração de Director-Geral

O ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, nomeou dois assessores com um estatuto remuneratório equiparado a director-geral, ou seja, irão receber um salário mensal bruto de 3.892,53 euros.

Estamos perante a certeza de que a bagunça continua, apesar de o ministro Álvaro ter mostrado consciência da conveniência de tornar a Administração Pública forte e eficaz.

Transcrevo um texto seu citado em Destruição Nacional 2ª vaga «o Estado [no Canadá] funciona tão bem porque têm uma administração pública muito forte. Não interessa qual é o governo que lá está, estão a servir o Estado. É o que temos que fazer em Portugal: acabar com o compadrio, o favoritismo político e a partidocracia. Defendo que todos os salários das pessoas que trabalham para empresas públicas, institutos, devem ser publicados na internet, deve haver o acesso total a essa informação. Transparência total para que as pessoas tenham menos suspeição em relação ao Estado.»

É mais um caso da contradição entre o que é dito na oposição e depois de estar na cadeira do poder. Será que o poder impede o discernimento e a actuação segundo os melhores princípios e valores?

Com este compadrio e amiguismo exageradamente remunerado aos «especialistas», «boys» ou «assessores» correm o risco de desmotivar os directores-gerais que subiram a pulso aos cargos de superior responsabilidade, pelo valor demonstrado no desempenho na carreira. E malbaratam o dinheiro público em benefício de amigos e compadres.

Continuam válidas as interrogações aqui deixadas há dias.

Agora os «boys» chamam-se «especialistas»?

PORTUGAL, para onde te levam???

Imagem do PÚBLICO

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Agora os «boys» chamam-se «especialistas» ?

Em 42 dias apenas, foram nomeados 51 especialistas. Não consta que tenha havido concurso público. Parece que o amiguismo e o compadrio continua como dantes, mas mais acelerado.

Nos primeiros quatro anos de José Sócrates em São Bento, entraram 74 especialistas. Nos dois anos de Durão Barroso tinham sido admitidos 70. Nos meses de Santana Lopes foram 48. Agora tudo leva a crer que Passos, dentro em pouco, bata todos os recordes, pois o acelerador está a fundo e não há perspectiva de travões.

Segundo a notícia Governo nomeou 51 especialistas em 42 dias, a admissão de especialistas foi dos aspectos mais criticados pelo Tribunal de Contas na primeira e única "Auditoria aos Gabinetes Governamentais". E é curioso que havia promessas de reduzir despesas governamentais, aligeirar a máquina do Estado, reduzir os assessores (agora especialistas ?), eliminar instituições desnecessárias bem listadas por Marques Mendes, etc.

Será que apenas mudam as moscas, como diz o dito popular?

Imagem do Google

sábado, 15 de agosto de 2009

A Importância da Gratidão. 051021

(Publicada em O Independente em 21 de Outubro de 12005)

A gratidão é um sentimento de indiscutível valor nas relações entre as pessoas e na consolidação de profundas amizades. Porém, na vida social e política, pode revestir-se de aspectos altamente negativos, gerando cumplicidades, conivências, conluios e associações de «malfeitores» com danos para as instituições e a hierarquia de valores.

Uma notícia recente merece reflexão. O CEMGFA, pela sua dedicação ao poder político e pelo culto da obediência incondicional (uma interpretação restrita da lei da condição militar) tornou-se merecedor da nomeação para o cargo. Essa nomeação suscitou nele o dever de gratidão e, na recente crise militar, ficou bem patente quando, aos microfones da TV, não fez qualquer referência à sua compreensão das causas do descontentamento dos militares sob a sua ordem e que dele esperavam a defesa dos seus legítimos interesses, e se limitou a recitar fielmente as palavras que pouco antes tinham sido ditas pelo ministro. Perante tal dedicação, o Governo não ficou insensível e manifestou a sua gratidão reconduzindo-o no cargo depois de ter atingido o limite de idade para passagem à situação de reserva, apesar de isso prejudicar a carreira de outros generais. A partir de agora, o Governo espera a consequente gratidão, isto é, um apoio ainda mais combativo contra as reclamações dos militares que se vêm obrigados aos deveres e restrições de direitos constantes da referida lei, sem lhes ser reconhecida qualquer das compensações da sua condição de sub-cidadania. Isso poderá resultar numa maior reivindicação pela institucionalização do sindicalismo dos militares, já que os seus problemas não são compreendidos e defendidos com eficácia por aqueles de quem isso era eticamente esperado. E como nem uma manifestação pacífica podem fazer, poderão passar a conspirar às escondidas, com lógicos inconvenientes para a coesão das Forças Armadas, o que, sublinha-se, tem sido estimulado pelas atitudes recentes de muitos responsáveis da Instituição e do Governo.