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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Objectivo: privatizar mais depressa !!!

Alienar património é sempre uma decisão difícil quer no sector privado quer no sector público, exigindo por isso séria reflexão, pensar antes de decidir, e provavelmente foi isso que o Governo fez antes de chamar António Borges para privatizar mais depressa.

Depois de observado o seu currículo ligado ao mais alto poder financeiro internacional surgem dúvidas acerca das intenções que poderão estar por detrás da cortina. Irá ser um defensor dos pontos de vista dos interesses nacionais junto da Troika ou será pressionado pelos tais poderes ocultos a desempenhar o papel de representante dos «superiores» interesses da alta finança mundial e ultraliberal, para impor a Portugal os desejos do Goldman Sachs, e das instituições que se diz serem por ele dominadas – FMI, BM, OMC, BCE, etc ? A solução relâmpago como saiu e foi substituído no FMI, e este aparecimento em funções vitais para o futuro de Portugal, tenta-nos a olhar com atenção e imaginar comparações com a imposição de outros seus ex-colegas de altas instituições financeiras internacionais para chefias não eleitas de Governo na Grécia (Lucas Papademos) e em Itália (Mario Monti), bem como na Presidência do BCE (Mário Draghi).

Esta entrada num novo cargo da estrutura governativa, pensando nas referidas ingerências nos governos de Itália e Grécia e na Presidência di BCE, faz temer que possa existir a intenção de ir substituir, a breve prazo, o ministro das Finanças ou mesmo o Primeiro–ministro se a sua actuação não agradar totalmente ao Goldman Sachs.

Há que aguardar atentamente os indícios que irão surgir a partir de agora. O futuro de Portugal não nos pode deixar indiferentes.

Imagem do Google

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O pobre consumidor é escravizado

Como disse Aaron Russo (14 de Fevereiro de 1943 - 24 de Agosto de 2007), os homens do Poder, sem serem eleitos e na penumbra, dominam a humanidade, com fito nos negócios com lucro a qualquer custo, e, para eles e os seus esquemas de enriquecimento, as pessoas pouco contam nos esquemas de domínio da economia mundo.

Há muita gente que se acomoda e aceita como inevitável os abusos das oportunidades e diz que, desde a aurora dos tempos, os poderosos sempre exploraram abusivamente os mais fracos.

Mas nos tempos actuais, e mais recentemente, os abusos passaram a raiar a imoralidade, a falta de ética, a desumanidade, com o exagero da ganância e do apego ao dinheiro.

E não basta dizer que são os maus políticos que temos tido, pois os poderosos das empresas e da economia, desde os vendedores de feira aos mais prósperos banqueiros, todos procuram sacar o mais que podem aos consumidores e utilizadores dos seus produtos e serviços.

Possivelmente, poucos dos leitores se recordam dos primeiros cartões multibanco. Eram oferecidos gratuitamente, com insistência, sendo difícil recusar tal generosidade do banco amigo!. Tinham, para os bancos, o grande mérito de reduzir o pessoal de atendimento nos balcões. Mas, passado pouco mais de um ano, quando as pessoas já de tinham habituado a esta inovação e dificilmente a dispensavam, vieram os pagamentos anuais pela sua posse. Já estava esquecido que o motivo e a vantagem do cartão foi a poupança na mão-de-obra do banco.

Depois apareceram os cartões de crédito que originam inúmeros telefonemas para nossas casas, com persistência, a pressionar o simples cidadão a adquirir essa nova maravilha, que tanto interesse tem para a facturação dos bancos. E quando se resiste, quase se é maltratado e agredido verbalmente, mesmo nós estando em nossa casa a ser importunados pelo telefone. Eu não tenho tal cartão!

Agora vem a TDT. Primeiro era o aliciamento, sob variadas formas, para ver TV, depois veio o Cabo, com ofertas aliciantes que embriagavam os mais incautos, que não reconheciam a reduzida rendibilidade do dinheiro investido. Mas os ambiciosos fabricantes de lucros e fortunas resguardadas em ‘offshores’, não pararam e a sua imaginação levou-os a deitar mão às tecnologias mais recentes e criaram a TDT (Televisão Digital Terrestre), tratando a população como vis escravos, impedindo os não aderentes e mais carentes de poder de compra de ver qualquer espécie de TV, porque a anterior deixa de existir.

Sinal dos tempos? Triste sinal que urge rejeitar e combater. Vale a pena ouvir o americano já falecido Aaron Russo e outros pensadores descomprometidos.

Imagem do Google

domingo, 8 de janeiro de 2012

Nova Era em marcha ???



Será fantasia ou realidade?
É Preocupante porque os acontecimentos das décadas mais recentes dão coerência a estas palavras. Já começa a ser geralmente aceite a ideia de que os governantes eleitos democraticamente não dispõem do poder real, sendo condicionados por poderosos não eleitos que são os reais detentores do poder mundial.
Estamos a entrar numa fase da vida da Humanidade que poderá ultrapassar todas as expectativas, tal a complexidade do sistema do controlo absoluto que se auto-regenera em espiral de sofisticação.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Preparar um futuro melhor

Há século e meio, um filósofo genial apresentou conceitos que, embora há muito tempo definidos na Bíblia, andavam esquecidos, pois a ganância, a ambição e o culto do vil metal tinham conduzido o mundo mais rico para uma atroz desigualdade e injustiça social. Mas as palavras de Karl Marx não foram devidamente aproveitadas e deram lugar a explorações e injustiças de índole diferente da existente mas não menos graves para as pessoas em geral.

No entanto, as suas ideias já fizeram a sua época e dificilmente seriam hoje aplicáveis às realidades que preocupam a maioria dos seres humanos. Haverá, pois, que equacionar o problema actual e procurar para ele a melhor solução.

Sendo a vida um caminho com bifurcações de metro a metro, e sendo necessário fazer escolhas a cada momento, optando entre duas ou mais vias, há que saber e utilizar uma metodologia de preparação das decisões semelhante à indicada em Pensar antes de decidir.

Sugere-se, pede-se, a qualquer cidadão com vontade de contribuir para um futuro melhor de Portugal e do Mundo e que deseje usar de isenção, independência e apartidarismo, que desenvolva um esforço de meditação sobre o assunto com vista a encontrar soluções, de onde sairá a melhor, para uma estrutura político-social e económico-financeira, que torne a vida mais justa e eficiente, para felicidade de todos, com maior igualdade de oportunidades e justiça na distribuição dos resultados de toda a actividade e subordinação das ambições materiais a uma escala de valores morais aceites universalmente. Enfim, precisam-se os filósofos da Nova Era.

A economia não pode ser dominada por bancos e grandes empresas que se vangloriam de lucros fabulosos, mas que pagam mal aos trabalhadores, exploram os clientes, não respeitam os fornecedores, nada fazem pela sociedade através de mecenato e usam os mais variados estratagemas para fugir ao fisco.. Não deve ser esquecido que uma empresa é fruto do capital investido, da função administração e do trabalho, pelo que o resultado não pode passar ao lado dos trabalhadores, mas ser distribuído de forma equitativa e equilibrada por todos os factores de produção.

Este apelo dificilmente pode ser atendido pelos opinadores que frequentemente surgem no pequeno ecrã, ou porque estão amarrados aos interesses partidários de que recitam os slogans ou submetidos aos patrões que servem como «administradores» ou «consultores» ou a potenciais fornecedores de «tachos». Uns e outros servem-se de argumentos e alegações, muitas vezes opostos aos seus comportamentos habituais, apenas porque pretendem confundir as ideias aos cidadãos menos esclarecidos levando-os a dar o voto a quem deles abusa sem o mínimo rebuço.

O esclarecimento deve ser leal e eficiente para congregar a vontade de todos, pois a democracia é obra de todos e para todos. Sem espíritos abertos e bem informados, ninguém pode votar conscientemente e, por isso, a democracia mirra e extingue-se, deixando em seu lugar regimes autoritários, autocráticos, mesmo ditatoriais, em que o abuso do poder, a corrupção e o enriquecimento ilegítimo proliferam sem controlo nem punição.

A maior parte dos 1.519 posts publicados neste blog poderão ter utilidade para o estudo que se propõe. De entre eles citam-se, por exemplo os que se referem à criação de um decálogo ou código de bem governar, e os que realçam a necessidade de moralização e ética na gestão das coisas públicas.

Os cidadãos desfavorecidos e explorados por sucessivos governos ficarão gratos a quem deitar mãos à obra para esboçar as linhas mestras da vida colectiva no futuro que se aproxima.

imagem de arquivo

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Europa ou muda ou terá revolução

Mário Soares alerta Se a Europa não muda, terá de haver uma revolução, o que nada tem de novidade para os leitores deste espaço, onde por várias vezes tem sido lançado tal aviso aos políticos, com a intenção de serem implementadas mudanças tendentes a restabelecer a ordem, a paz e a confiança do povo (dos 90% do povo) que vive em piores condições e que é o mais sacrificado pelas crises criadas pelos mais beneficiados pela «legalidade» existente.

É comummente aceite que todo o ser vivo, toda a actividade humana, estão sujeitos a mudanças e as da humanidade têm pouco de espontâneo, pois são, em grande parte resultado de atitude e de comportamentos, nem sempre bem pensados.

A crise actual demonstra que qualquer decisão exige uma preparação prévia, exige que se Pense antes de decidir. Sem uma perfeita análise do problema que é preciso resolver, este além de não ter a melhor solução, causa danos e perdas de recursos de que o tempo não é despiciendo.

Para que a solução das mudanças sociais não venham a ser obtidas por revolução, tem que ser bem preparada uma evolução eficaz e pacífica. É precisa uma mudança adequada e bem analisada.
Ao ler as palavras de Mário Soares surgem pontos de meditação e dúvidas sobre o real significado das sugestões que aparecem pelos jornais., Qual é a direcção de mudança que é considerada mais benéfica para os europeus e para o mundo? Que tipo de revolução prevê Mário Soares? Como evita os habituais estragos em património e vidas humanas, característicos das revoluções? Qual a estrutura de governo, de relações internacionais, de sistema financeiro, que prevê para depois do dia da revolução? Como encara a hipóteses da «ditadura Merkozy»?

Para o esclarecimento das realidades actuais com vista a dar o passo em frente, para a mudança para uma NOVA ERA, não podemos usar linguagem hermética e ilusória, como a argumentação usada por alguns «pensadores» baseada na «legalidade». Ora, a legalidade não passa de uma artificialidade criada pelos políticos para satisfazerem os seus intuitos pessoais e de «bando» de ambição e poder financeiro. Há que preparar uma rotura de regime e de mentalidades dos governantes e isso tem que contrariar a legalidade vigente. Sem tal ilegalidade o mundo não evolui tanto quanto o desejável.

O povo merece mais do que a triste realidade que o explora e oprime. O regime impõe a escolha entre listas que contêm nomes que não são conhecidos da maioria dos eleitores, mas estes acabam por votar numa delas, levados por promessas mentirosas ou sem a suficiente credibilidade.

Depois, aceita a desgraça embora tenha a convicção de que, 4 anos depois, será o caos, o qual fica para martírio dos seus filho e netos. Seria mais honesto, coerente e corajoso que não se adiasse o caos para quem vier a seguir. Porque não se arrisca o caos agora mesmo? Porque não se elimina um dos mentirosos, já, para levar os outros a serem mais sérios e prudentes, dedicando-se mais às suas tarefas, para bem dos cidadãos? Se a eliminação desse não for suficiente para moralizar os restantes, aplica-se a mesma receita a outro... e assim sucessivamente até a governação ser feita para os cidadãos comuns e não para os do poleiro contra os interesses nacionais. Quanto mais tarde for aplicada a terapia maior o risco de o doente se tornar incurável e morrer da pior forma.

Porém, para evitar a revolução a que se refere Mário Soares, e este mau (mas justo) destino dos políticos actuais, está na mão destes fazer a reforma indispensável das suas mentalidades. Têm que se convencer seriamente de que a sua tarefa não pode continuar a ter como principal objectivo o seu enriquecimento ilícito à custa do povo, nem pelo processo do bando do BPN, nem com as conivências da Face Oculta, ou do IPO/Lima/Isaltino...

Como a Humanidade se regozijaria se os actuais poderes procedessem já à moralização do regime, à reforma pacífica do sistema. Com essa solução evitar-se-iam os graves prejuízos de uma mudança violenta. No caso do Egipto, passado quase um ano após o «sucesso» da revolta popular, ainda não foi ultrapassada a crise, o seu PREC ainda dura, o povo ainda não está a colher benefícios do golpe.

A nível Europeu e Mundial, a reforma dos sistemas que ocasionaram a crise actual é indispensável e inadiável. Mas tem que ser muito bem pensada e preparada, não com base na legalidade vigente, mas numa moralidade que tenha as pessoas como objectivo. Não convém que seja imposta por um teórico distante do mundo real, mas também não se pode esperar que seja apoiada pela generalidade dos políticos actuais, porque a esses não interessa mudar os vícios e as manhas que os tornaram ricos por efeito de varinhas mágicas e truques inconfessados. Ninguém mata a galinha dos ovos de ouro!

Na Europa, dado o entendimento Merkel- Sarkozy, está adiado o perigo que ocasionou as duas guerras mundiais, devidas a problemas entre os seus dois Estados, mas se encarassem uma solução para uma NOVA ERA, tendo em vista a Paz e o desenvolvimento dos mais carenciados, reduzindo o fosso entre os G20 e os P20 (países mais pobres e mais pequenos), poderiam estar no bom caminho para a felicidade das gerações do porvir. Mas trata-se de um duo que inspira pouca confiança aos restantes Estados da EU, pelo que, sem precipitação mas com espírito construtivo deve procurar-se um consenso sensato entre os membros da União, com a preocupação permanente de melhorar a vida dos cidadãos, o que deve ser mais importante e permanente do que os frios números da dívida actual.

Imagem do PÚBLICO