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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Guterres é desejado

Depois de ter recusado o convite para representante da ONU no Afeganistão, António Guterres deverá ser reconduzido no cargo de alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, de acordo com a proposta feita hoje pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que informou a Assembleia Geral das Nações Unidas da sua decisão.

António Guterres, antigo primeiro-ministro português, será reconduzido para um segundo mandato de cinco anos, que começa a 15 de Junho. Esta recondução é uma honra para os portugueses, por demonstrar a eficiência com que o nosso compatriota desempenhou as suas funções durante o mandato que agora termina.

Desejamos que continue o seu êxito e que o seu trabalho seja facilitado pela desejável redução de pessoas a necessitarem da sua intervenção, sinal de que o mundo passaria a ser mais pacífico, integrado e tolerante, sem conflitos internos devidos a má gestão dos direitos humanos e da igualdade de oportunidades entre todos os cidadãos.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Guterres possível representante da ONU no Afeganistão


Kai Eide, actual chefe das Nações Unidas em Cabul termina o seu mandato em Março e não quer ser reconduzido. António Guterres que foi primeiro-ministro português entre 1995 e 2002 e é chefe do ACNUR (Alto Comissariado da ONU para os Refugiados) desde 2005, faz parte da curta lista de cinco nomes em apreciação.

Amado, MNE, disse que se a opção sobre Guterres se confirmar, esta significará “o reconhecimento do mérito indiscutível que o engenheiro António Guterres tem assumido à frente de uma das agências mais importantes da ONU”.

Quanto ao enviado da ONU agora cessante, Kai Eide, os EUA criticaram a sua actuação em várias ocasiões, tendo havido um debate sobre o seu perfil: os norte-americanos queriam alguém que “mandasse”, que coordenasse os esforços do Governo com os das forças militares da NATO e dos embaixadores dos países importantes, mas outros temeram que essa figura anulasse Karzai.

O cargo não é fácil, mas Guterres é perito no diálogo e paciente para esperar resultados a seu tempo. A experiência no ACNUR tem-lhe dado traquejo nos contactos com gentes diferentes dos ocidentais, o que constitui um trunfo e uma garantia de bom desempenho nas suas funções.

Portugal beneficia com a nomeação por ser mais um cartaz bem visível da nossa existência e dos valores de que dispomos.